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LGPD e transformação digital aumentam contratação de segurança para nuvem

Convergência Digital
Por Roberta Prescott - 04/06/2019

A jornada para a transformação digital e a necessidade de as empresas ajustarem-se internamente para ficarem em conformidade com as exigências da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) vão levar, cada vez mais empresas, a buscarem soluções de segurança de dados e redes na nuvem (do inglês, CASB). "A LGPD no Brasil é uma grande impulsionadora, porque as companhias precisam assegurar-se de que estão protegendo os dados", aponta o fundador e CEO da Netskope, Sanjay Beri.

De acordo com ele, a segurança ainda é uma grande preocupação — e, em várias situações, o impeditivo — para o avanço da transformação digital e adoção da computação em nuvem nas empresas. "Elas querem usar; sabem que a nuvem é mais eficiente, mas se preocupam com a segurança", disse. Soluções de segurança cloud access security broker (CASB) são posicionadas entre os serviços de nuvem e de aplicação e monitoram todas as atividades de modo a assegurar que estão sendo aplicadas as políticas de segurança. "Com isto, a empresa consegue responder onde estão os dados e atender à legislação. As companhias, normalmente, não sabem isto, a não ser que tenham um sistema como o nosso", ressaltou.

Em entrevista, durante sua passagem pelo Brasil, o executivo que fundou a companhia em 2012 revelou que a Netskope está investindo US$ 4 milhões neste ano no País. A verba será alocada para a expansão do datacenter em São Paulo, contratação de um no Rio de Janeiro, a ser anunciado até o fim deste ano, e para a ampliação da equipe local. Sem revelar nomes, o executivo abriu que a empresa tem seis clientes no País, sendo um deles um dos maiores bancos do Brasil. 

A contratação de serviços de datacenter locais tem como objetivo reduzir a latência para os clientes, uma vez que a solução da Netskope obriga os dados que serão armazenados na nuvem a passarem por seu sistema a fim de verificar se estão de acordo com as normas, por exemplo, identificando armazenamento de dados sensíveis em locais não protegidos ou mesmo vazamentos.Beri ressaltou que o Brasil é um dos principais mercados para a companhia e contou que há provas de conceito em andamento com alguns prospects. "Vemos grande demanda nesta área no Brasil, tanto que estamos expandindo o datacenter", completou.


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