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Nuvem exige capacitação profissional

Convergência Digital
Fabio Barros - 30/03/2012

A proliferação do conceito de computação em nuvem tem levado muitas empresas a reverem suas abordagens de TI e, consequentemente, os modelos adotados em seus data centers. Por conta disso, a Oracle Brasil desenvolveu uma série de workshops, que estão sendo apresentados em diversas capitais brasileiras com o objetivo de ajudar seus clientes a lidar com a transformação de seus data centers.

“Grande parte dessa transformação tem sido alavancada pela nuvem”, afirma Samuel Baccin, diretor de vendas de sistemas da Oracle Brasil. O executivo revela que 70% dos clientes brasileiros estão lidando com o problema atualmente, principalmente em processos de simplificação de infraestruturas e redirecionamento de investimentos para o que traz real valor aos seus negócios.

“O ponto principal é que estas empresas estão preparando seus ambientes para prover o conceito de cloud computing para as áreas de negócios. Muitos acreditam contar com uma nuvem privada e estão oferecendo acesso a funcionários e clientes, de forma simples, rápida e eficaz”, explica.

Para ajudar estas empresas, a iniciativa educacional da Oracle é baseada na discussão de seis tendências: volume de dados, densidade computacional, globalização, eficiência energética, habilidades necessárias para gerenciamento de ambientes cada vez mais complexos e iniciativas verdes. “Estamos falando sobre como capacitar nossos clientes a trabalhar com as novas soluções Oracle, que envolvem todos estes pontos”, diz.

Baccin afirma que a demanda pela mudança é real em clientes de grande e médio porte. De acordo com ele, estas empresas estão lidando com desafios como transformação de ambientes físicos em virtuais, padronização e gerenciamento automatizado, entre outros. “Até pouco tempo atrás, as empresas precisavam lidar com vários fatores além da estrutura adquirida para seus data centers: homologação de equipamentos, teste, tempo de deployment, tempo de migração etc.”, diz.

O executivo acredita que o conceito de appliances, no qual a Oracle vem apostando suas fichas, permite que todo este entorno seja entregue aos clientes testado e homologado. “A aceitação tem sido grande, porque as áreas de TI não têm mais tempo para todos estes processos”, defende.

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