TELECOM

M2M abre as portas do mercado brasileiro às MVNOs

Da redação ... 15/01/2013 ... Convergência Digital
Ainda em seus primórdios no Brasil, a telefonia móvel virtual, ou MVNO – do inglês mobile virtual network operador – tem espaço para deslanchar, segundo um estudo da ABI Research – especialmente se houver foco em aplicativos e especialmente em serviços máquina a máquina.

Não por menos, o caso brasileiro aparece no estudo. “A companhia de seguros brasileira Porto Seguro é um exemplo de uma MVNO que pode ter muito sucesso. É uma MVNO M2M para os clientes dos seguros de automóveis e está incluindo serviços móveis personalizados para empregados e clientes”, cita o diretor da ABI, Dan Shey.

“Serviços como gerenciamento de gastos ou de dispositivos móveis podem contribuir com 25% das receitas por empregado – chegando a 34% quando incluídos conexões e gerenciamento de serviços M2M [máquina a máquina]”, sustenta o estudo.

No caso da Porto Seguro, a operação de MVNO começou no ano passado e conta com cerca de 9 mil acessos – sendo algumas centenas de celulares e a ampla maioria de conexões M2M. A rede utilizada é da TIM e a gestão da Datora, que atua tanto como agregadora de MVNOs como diretamente na oferta de serviços máquina a máquina.

O foco inicial da Datora também é rastreamento de automóveis, mas o plano é atuar em medição industrial, segurança patrimonial, telemetria, etc. “Já temos 200 chips Datora Mobile nas ruas de São Paulo e devemos chegar a 1 milhão de conexões M2M até o final de 2014”, diz, em comunicado da empresa, o presidente da Datora Mobile, Wilson Otero.

Segue a sangria nas linhas de telefonia fixa no Brasil

Em novembro, foram contabilizadas 135.964 mil linhas a menos e o país fechou o décimo primeiro mês de 2017, com quase 41 milhões de linhas ativas. Oi, Claro, TIM e pequenos prestadores de STFC puxaram a queda de linhas em serviço.

Plano da Oi prevê investimentos abaixo do necessário, diz Anatel

Para agência, os R$ 4 bilhões previstos de dinheiro novo na operadora não são suficientes para que a Oi alcance o nível anual de aportes dos concorrentes. “Se não acompanhar, vai continuar perdendo mercado”, diz Juarez Quadros. 

Claro repete que há muitas operadoras no Brasil e resiste à entrada dos chineses na Oi

"O mercado já está instável com quatro operadoras. Os chineses têm uma mistura com o governo. Com quem iríamos brigar?", criticou o presidente José Félix. Não é a primeira vez que a Claro diz que o mercado nacional comporta apenas três players.

Eletrosul testa suporte por satélite com Telebras e Hughes

Com 11 mil km de linhas de transmissão, a empresa é responsável por aproximadamente 10% do sistema de transmissão do País. Piloto terá duração de 60 dias.

Rede fixa três vezes maior do que a das rivais será o futuro da Oi

O diretor de Tecnologia de Redes e Sistema da Oi, Pedro Falcão, sustentou que o backbone óptico e as redes metropolitanas são a 'joia da coroa' e despertam a ambição dos concorrentes. "A Internet de Tudo exigirá muita rede fixa", frisou.

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Tele também montou o Centro de Gerência de Serviços, em Brasília, com a missão de unificar as ações em áreas como recarga de pré-pago e faturamento.


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