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É hora de o Brasil fazer a sua escolha para TICs

Convergência Digital
Ana Paula Lobo e Pedro Costa - 16/09/2014

No Rio Info 2014, o papel das TICs no novo governo que será eleito em outubro foi debatido pelos principais executivos das entidades setoriais a pedido do portal Convergência Digital.  Para o presidente da Softex, Rubén Delgado, é hora de o plano TI Maior ser transversal a todas as ações do governo.

"O que está sendo bem-feito precisa ser mantido e o que precisa ser reformulado, vamos sentar e debater", pontuou o executivo. Com relação a um possível ministério para TICs, o presidente do Softex diz ser fundamental.


Para Jorge Sukarie, presidente da ABES - Associação Brasileira das Empresas de Software, o momento é de priorizar TI como ferramenta de desenvolvimento. Ele também sugere um tratamento melhor a área como é dado, hoje, para a indústria automobilística. Com relação a um novo ministério, o executivo se mostra cético, mas assume que é preciso fazer da TI uma política de governo.



"Na área de TICs, é preciso consertar andando", adverte o presidente da Assespro Nacional, Luiz Mario Luchetta, ao falar sobre a prioridade ao setor no novo governo, que assume em janeiro de 2015. Para o executivo é hora de TICs ser assumida como matriz econômica. "Precisamos incentivar TICs e fazer com que os outros setores entendam que TICs é ferramenta de desenvolvimento", frisou.




O diretor executivo da Federação Brasileira de Telecomunicações -Febratel, Eduardo Levy, cobra prioridade para TICs no novo governo.  "O Brasil precisa priorizar TICs e isso vai além de ter um ministério específico. É preciso que todos os ministérios tenham TICs como prioridade. O país precisa ser mais digital",reforçou.

O presidente da Fenainfo, Márcio Girão, pede a manutenção do programa TI Maior. "É um programa bom, elaborado com a participação da sociedade. O que nós queremos é fazer o TI Maior andar. Precisamos de mais recursos e mais celeridade para alcançarmos as metas necessárias". Girão destaa que o novo governo precisa acelerar o o fomento do ecossistema digital, criado pelo TI Maior.  "Precisamos de um TI Maior acelerado, com mais recursos", acrescenta.

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