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4G reina, mas 2G tem vida longa no negócio M2M

Convergência Digital - Carreira
Da redação - 22/08/2016

Ao longo dos próximos cinco anos, os serviços ‘máquina-a-máquina’ vão crescer a taxas anuais de 13,3% até chegarem ao total global de US$ 67 bilhões (mais de R$ 200 bilhões em valores de 2016). 

Em 2012, prevê a Ovum, os acessos 2G e 4G estarão paritários no M2M – cerca de 212 milhões cada, enquanto 172 milhões serão conexões 3G. “Mas nesse momento 2G e 3G estarão estabilizando, enquanto o LTE estará em franca ascensão”, diz a consultoria. 

Mas as outras tecnologias não vão desaparecer. “Conexões máquina-a-máquina precisam se manter ativas por muitos anos e não há transição para novas interfaces. Consequentemente, 2G, especificamente GSM, vai persistir por muito tempo no M2M”. 

“Grandes operadoras com negócios estabelecidos em M2M não vão buscar substituição do 2G antes de 2020 – e para algumas isso não vai acontecer antes de 2025”, diz o relatório, que também aponta para uma sobrevivência esperada do 2G também por conta do custo: é a tecnologia mais acessível em preço e disponível em cobertura. 

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