OPINIÃO

A Internet das Coisas Médicas

Por: Eduardo Prado *
25/08/2016 ... Convergência Digital

A Internet das Coisas (IoT = Internet of Things) [1] vai revolucionar o mundo nos próximos anos ... quer queiramos ou não! Essa “nova” tecnologia vai impactar nossas vidas pois estará presente em diversos segmentos de indústria a nossa volta [2-3].

A IoT é um termo coletivo utilizado para descrever qualquer uma das múltiplas redes de sensores, atuadores, processadores, e computadores conectados à Internet [4]. As aplicações de saúde de IoT podem potencialmente “ofertar” o cuidado ao paciente em várias configurações, incluindo o tratamento para casos agudos (no hospital), o tratamento de longo prazo (através de “home care”) e o tratamento baseado em comunidades (tipicamente, residencial).

A IoT tem o potencial de precisamente rastrear pessoas, equipamentos, suprimentos, ou até mesmo animais de serviços e, também, analisar os dados capturados. Com os pacientes conectados a sensores para medir sinais vitais e outras informações biométricas, os problemas podem ser rapidamente diagnosticados, um serviço de saúde de melhor qualidade pode ser prestado, e os recursos utilizados mais eficientemente. A monitoração de pacientes é muito importante na IoT de saúde [4.1].

O negócio de IoT no segmento de Saúde pode valer 410 BUS$ em 2022 [5]. As companhias de Tecnologia de Informação (TI) em Saúde receberam no primeiro trimestre de 2016 um investimento de 1,6 BUS$ em 146 negócios de empresas de “venture capital” e fundos privados incluindo aquelas focadas em IoT e Big Data. O valor desse investimento representa um aumento de 27% em relação ao último semestre de 2015 [6].

Embora exista uma tendência de utilização da IoT na saúde na monitoração do paciente, a IoT nesse segmento é bem ampla que isso. Uma visão mais global de IoT na saúde pode contemplar as seguintes áreas (de acordo com [7]), a saber:

• Monitoração de Pacientes e Diagnósticos;
• Transferência de Dados, armazenamento e colaboração;
• Dispositivos e ferramentas de saúde inteligentes (p. ex., cadeira de rodas inteligentes, etiquetas RFID, sensores);
• Unidades de emergência conectadas, veículos de resposta, e hospitais.

Uma das áreas de destaque da utilização da tecnologia de IoT são as instalações hospitalares [8].

Aplicações de IoT para a Saúde

A seguir apresentamos alguns exemplos de sistemas de aplicações de IoT em Saúde. Para um paciente que sofre de bulimia (distúrbio de alimentação) em um hospital ou uma monitoração residencial, os sensores no ambiente do paciente podem detectar o aumento da temperatura do corpo ou pressão sanguínea, ou até mesmo o odor de vômito.

Sensores poderiam ser utilizados para detectar o abuso de exercícios físicos tal como um treinamento cardiológico excessivo ou uma atividade de caminhada acelerada quando comparada a uma caminhada em ritmo normal. Os dados obtidos dessas atividades podem proporcionar informações de valor no diagnóstico e gerenciamento de doenças.

Considere um paciente com a Doença de Alzheimer (DA). Aqui, a IoT poderia empregar a geolocalização para prevenir um comportamento errante ou outros comportamentos indesejáveis de mobilidade do paciente. Frequentemente, os pacientes com DA sofrem de comorbidades com outras doenças, tais como hipertensão, degeneração macular, ou diabetes. Portanto, a utilização de dispositivos interconectados poderiam capturar dados para a monitorar os sinais e sintomas únicos dessas condições [9-11]. Um grupo de pesquisadores da UCSF na Califórnia (EUA) estão desenvolvendo um projeto chamado “Care Ecosystem” que utiliza IoT e “Machine Learning” como ferramentas para proporcionar um cuidado mais contínuo, pró-ativo e personalizado para pacientes com demência [12]. Belo exemplo!

A área de cuidados para idosos é muito oportuna para a utilização da tecnologia de IoT. Esse nicho pode estimular o desenvolvimento de novos negócios e produtos inovadores [13-14].

Segurança e violência são temas reais na área de saúde atualmente. Existem numerosos registros de violência “horizontal” – p. ex., enfermeira contra enfermeira – mas também violência oriunda de visitantes e famílias direcionadas a provedores de serviços de saúde ou pacientes. Embora as instituições de saúde sejam equipadas com sistemas de supervisão de vídeo, a IoT poderia prover um outro nível de política de “tolerância zero” à violência. Por exemplo, rastreando o movimento do pessoal de serviços médicos, pacientes e visitantes poderia gerar avisos de aberrações e comportamentos ameaçadores. Os sensores biométricos também poderiam ser utilizados para detectar agressões ou estresse de quem está utilizando ou reside nas instituições de saúde.

A monitoração nos hospitais pode tomar muitos caminhos. O pessoal de manutenção do hospital deve manter certos equipamentos em sua unidade – como as bombas de infusão ou tanques de oxigênio – para uso futuro. Em um hospital, os recursos escassos compartilhados – como os equipamentos de eletrocardiograma, as bombas de infusão e bombas de medicação de analgesia controladas pelos pacientes poderiam ser rastreadas via IoT.

Em adição, o uso de tais equipamentos seria de interesse das unidades individuais e também da administração – como também das empresas seguradoras, para registro da necessidade de equipamento adicional. A tecnologia de IoT poderia também ser utilizada para monitorar os equipamentos que precisam ser recarregados ou calibrados, tais como tanques de oxigênio, e também, para alertar a equipe de manutenção de tais situações [15-17].

No caso de ambiente para cuidados de tratamentos para casos agudo ou tratamento de longo prazo, a etiqueta RFID [18] de baixo custo ou etiqueta de código de barras permitem que muitos suprimentos sejam etiquetados para escaneamento, facilitando a cobrança da conta do paciente. Tais suprimentos podem também ser rastreados usando a IoT quando eles são checados fora do depósito ou administrados para o paciente. Em alguns casos, onde a etiqueta RFID é utilizada, um item poderia ser localizado mais rapidamente, por exemplo. Como itens prováveis de serem rastreados incluímos itens consumíveis tais como curativos, cateteres de diferentes tipos, e itens de cuidados pessoais. Em um ambiente residencial no serviço de “home care”, os suprimentos poderiam ser marcados com etiquetas RFID para monitorar a utilização e alertar o time de cuidadores residenciais quando um item está sendo super-utilizado ou quando a quantidade desse suprimento é pequena [19-20].

Nas aplicações de IoT de saúde diretamente para os pacientes dois temas são muito importantes: (a) a tecnologia “wearable” e (b) e os dados gerados pela monitoração dos pacientes. A tecnologia “wearable” terá um papel fundamental na monitoração remota dos pacientes o que representa um grande diferencial em ter o paciente monitorado fora dos hospitais. Esse segmento ainda não está devidamente explorado pelo segmento de saúde mas terá um forte impulso nos próximos anos quando o mercado “amadurecer” a sua utilização [21]. Os dados obtidos dos pacientes terão um papel muito importante em adicionar “valor” para o segmento de saúde através de algoritmos de “analytics” (big data). Esse nicho ainda é embrionário mas ainda trará grandes surpresas para o segmento [22-25].

Uma aplicação diferenciada de IoT em saúde é a utilização da tecnologia “wearable”  para monitoração de pacientes crônicos ... grande oportunidade! [26].

Pesquisadores e profissionais da área de saúde visualizam que muitas outras aplicações de IoT na área de saúde poderiam substancialmente melhorar o cuidado do paciente, otimizar a utilização de recursos, e economizar quantidades de dinheiro – se apenas os sistemas são implementados.

Desafios no Caminho

A implantação em larga escala dos sistemas de IoT para as aplicações de saúde não tem sido reportada na literatura mundial. Existem alguns relatórios de implementações experimentais – por exemplo, monitorando os sinais biométricos dos pacientes ou identificando quando um paciente cai utilizando dados de um acelerômetro. Para rastrear os fluxos de trabalho (“workflow”), um determinado hospital pode implementar um sistema de localização em tempo real empregando “scanners” manuais de código de barras, transmissores de Bluetooth, sistemas de “beacons”, e etiquetas de código de barras nos pacientes, enfermeiras e suprimentos.

A ausência de sistemas implantados em instalações de saúde reflete a novidade da tecnologia e também a existência significante de problemas. Por exemplo, existem problemas tecnológicos, tais como efeitos de radiação eletromagnética e problemas do nível do sinal nos hospitais, dentro dos hospitais. Mudar o comportamento da equipe do hospital nos ambientes de atenção aos casos agudos e de longo prazo para lidar com novas tecnologias também apresenta alguns desafios reais.

Estipulamos que qualquer sistema de saúde deva ser seguro, e esta qualidade deva ser incorporada em quaisquer especificações nesse domínio. Mas um conjunto dos desafios de implementação real dos sistemas de saúde de IoT deve ser endereçado: segurança, privacidade e confiança.

Segurança

As aplicações de IoT de saúde devem ser seguras. Expor qualquer componente de um sistema de saúde de IoT a um “hacker” ou a uma pessoa com intenção maliciosa, pode ter consequências mortais. Muitos pesquisadores no mundo estão trabalhando no problema de segurança dos sistemas de IoT mas como um sistema de IoT não pode ser 100% seguro, os profissionais de saúde e de segurança devem definir a quantidade de risco aceitável no uso de um sistema de IoT [27-29].

Privacidade

Nenhuma classe de aplicações para a IoT resume tanto as compensações entre segurança e privacidade e funcionalidade e, privacidade como aquelas da área da saúde. Mas privacidade é de extrema importância, pois os pacientes esperam que determinadas informações privadas deles permaneçam confidenciais. Portanto, os sistemas de saúde de IoT devem permitir o compartilhamento de informação - que é necessário para fornecer cuidados de alta qualidade em todo o ciclo de cuidados da saúde e, ao mesmo tempo garantir a privacidade.

Existem obrigações legais para proteger as informações privadas de saúde na IoT. Os EUA, por exemplo, têm o “Health Insurance Portability and Accountability” (HIPAA) [30] enquanto a União Européia tem a sua “Data Protection Directive” de 1995 [31]. Existem ainda outros parâmetros específicos relacionados a privacidade do paciente baseada em um amplo espectro de fatores, tais como idade, profissão, religião, e preferência pessoal. Contudo, para os EUA, o ambiente de alta tecnologia que existe atualmente na saúde, tem levantado novas preocupações na relação entre o HIPAA e a IoT que ainda precisam ser resolvidos.

No Brasil, o direito à privacidade em saúde é tutelado, apenas incidentalmente, por normas de conduta profissional emitidas pelo Conselho Federal de Medicina [32]. Quando somadas à regra geral, ainda incompleta, trazida pelo Marco Civil da Internet [33], nos vemos diante de marco regulatório razoavelmente adequado no que respeito à sua estrutura mas absolutamente insuficiente no que tange ao seu conteúdo [34].

Confiança

A informação que está sendo “capturada” dos sensores deve aparentar ser correta, mas poderia ser corrompida de alguma forma na origem ou na transmissão, ou deliberadamente alterada por algum “malware” que ganhe acesso indesejado na IoT via Internet. Esta informação corrompida deve então ser utilizada para a tomada de decisões de vida e de morte. Como então, nós podemos confiar na informação passada para nós via o sistema de IoT de saúde. A segurança em IoT não é um problema específico da área de saúde. Este problema ainda tem que ser resolvido.

Uma outra forma de confiança está relacionada na “relação humana de cuidados”. Cuidar é uma relação, que é forjada entre o paciente, sua família e a comunidade, e as enfermeiras e outros profissionais de saúde. Uma boa “relação humana de cuidados” na doença é um expectativa de todos os provedores de serviços de saúde, mas a boa “relação humana” é baseada na confiança. A alta taxa de confiança construída no relacionamento com as enfermeiras começa com a confiança e a conexão pessoal com os pacientes e o público. As enfermeiras frequentemente se esforçam no balanceamento entre a tecnologia e o contato com o paciente, por que a tecnologia pode algumas vezes retirar a enfermeira do lado da cama do paciente. Reciprocamente, a tecnologia tem ajudado a melhorar o cuidado do paciente permitindo uma melhor avaliação, supervisão e tratamento. Com o advento da IoT na saúde, as enfermeiras devem incorporar as tecnologias eem muitos níveis e determinar o melhor uso para sua prática e como usar a tecnologia para alcançar os resultados desejados do paciente. Outros profissionais de saúde terão que fazer o mesmo.

Existem aplicações excitantes para IoT de saúde que prometem aumentar a experiência do paciente, melhorar os fluxos de processos, otimizar o uso de recursos escassos, e proporcionar uma substancial redução de custos. Mas sistemas reais e escaláveis ainda têm que ser construídos, e significante obstáculos têm que ser superados. Estes obstáculos incluem itens tecnológicos, segurança, privacidade e confiança.

A IoT ainda é um conceito novo para a maioria dos profissionais de saúde, mas seu uso na saúde SERÁ inevitável. Embora a IoT adicione uma nova camada ao debate do “cuidado de saúde” versus tecnologia, encorajamos a consideração profunda dos benefícios de IoT, e encorajamos as enfermeiras - em particular - adicionar vozes ao desenvolvimento e integração dessa tecnologia na saúde. As enfermeiras são as acompanhantes “do lado da cama” dos pacientes e, frequentemente, são aquelas que precisam estar mais confortáveis com essas tecnologias. A monitoração do paciente pode ocorrer através da IoT dentro dos hospitais ou fora nas nossas comunidades, onde aqui novamente as enfermeiras questionarão se a tecnologia está de fato cuidando dos pacientes.

Em junho deste ano, foi reportado que em 2020 teremos 3,4 dispositivos conectados para cada pessoa em 2020 [35]. A medida que novos sistemas de IoT são desenvolvidos e instalados, o desafio na saúde será melhorar o cuidado do paciente sem uma redução do cuidado através do contato humano reduzido com os pacientes.

Ver outras referências de IoT em saúde nessas referências [36-43].

Referências:

[1] Internet of Things, Wikipedia
https://en.wikipedia.org/wiki/Internet_of_things

[2] Saiba como a Internet das Coisas vai impactar a sua vida, Convergência Digital, 27.ago.2014
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=37644&sid=15

[3] Unlocking the potential of the Internet of Things, McKinsey, June 2015 [the full report included here]
http://www.mckinsey.com/business-functions/business-technology/our-insights/the-internet-of-things-the-value-of-digitizing-the-physical-world

[4] What Is The "Internet of Things"? – Infographic, 11.feb.2016
http://postscapes.com/what-exactly-is-the-internet-of-things-infographic/

[4.1] The Internet of Things meets Health, Goldman Sachs, April 2016 #iot #healthcare
http://www.goldmansachs.com/our-thinking/pages/iot-meets-health.html

[5] Internet of Things for Healthcare May be Worth $410B by 2022, Health IT Analytics, 24.may.2016
http://healthitanalytics.com/news/internet-of-things-for-healthcare-may-be-worth-410b-by-2022

[6] Healthcare Internet of Things, Big Data VC Funding Hits $1.4B, Health IT Analytics, 19.apr.2016
http://healthitanalytics.com/news/healthcare-internet-of-things-big-data-vc-funding-hits-1.4b

[7] The Healthcare "Internet of Things", Linkedin, 09.jun.2016
https://www.linkedin.com/pulse/healthcare-internet-things-patric-mutabazi

[8] Internet of Things transforms health facility operations, Health Facilities Management Magazine, 01.jun.2016
http://www.hfmmagazine.com/articles/2254

[9] Cutting-edge technology could help solve one of the most difficult things about dementia, TechInsider, 30.jul.2015
http://www.techinsider.io/the-internet-of-things-can-improve-care-for-people-with-dementia-2015-7

[10] Internet of Things and Dementia, Anthropology of Infrastructure, 21.apr.2016
https://anthropologyofinfrastructure.wordpress.com/2016/04/21/internet-of-things-and-dementia/

[11] Will the elderly rely on the Internet of Things to look after them?, The Conversation, 17.aug.2015
http://theconversation.com/will-the-elderly-rely-on-the-internet-of-things-to-look-after-them-46232

[12] Care Ecosystem Project, USCF
http://memory.ucsf.edu/research/supportive-trials/careecosystem

[13] Internet of Things in Healthcare Helps Shift Focus from Cure to Prevention with MimoCare, Intel IT Peer Network, 22.jun.2015
http://itpeernetwork.intel.com/internet-of-things-in-healthcare-helps-shift-focus-from-cure-to-prevention-with-mimocare/

[14] A future of mobile-centric healthcare could save lives, The Guardian, 05.aug.2016
https://www.theguardian.com/healthcare-network/2016/aug/05/future-mobile-centric-healthcare-save-lives

[15] Health Monitoring and Management Using Internet-of-Things (IoT) Sensing with Cloud based Processing: Opportunities and Challenges, IEEE International Conference on Services Computing, 2015
http://www.ece.rochester.edu/~gsharma/papers/Moeen_HealthMonitor_SCC2015.pdf

[16] How to plan a hospital environment for the Internet of Things, Information Age, 20.nov.2015
http://www.information-age.com/technology/data-centre-and-it-infrastructure/123460530/how-plan-hospital-environment-internet-things

[17] The Internet of Things - hospital connectivity’s smart new frontier
http://www.ihe-online.com/feature-articles/the-internet-of-things-hospital-connectivitys-smart-new-frontier/index.html

[18] RFID, Wikipedia
https://en.wikipedia.org/wiki/Radio-frequency_identification

[19] Internet of Things breathes new life into RFID technology, Zatar, 01.jun.2015
http://www.zatar.com/news/internet-of-things-breathes-new-life-into-rfid-technology

[20] The Internet of (Very Valuable) Things, Cardinal Health, 05.apr.2016
http://www.cardinalhealth.com/en/thought-leadership/bringing-the-_internet-of-things-to-healthcare.html

[21] Internet das Coisas, Wearables e Big Data vão revolucionar a Saúde, Convergência Digital, 21.jan.2015
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=38822&sid=15

[22] Internet das Coisas: Como “Big Data” pode guiar a transformação da Saúde?, Convergência Digital, 06.abr.2015
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=39314&sid=15

[23] Análise Preditiva: a Aplicação “Killer” de Big Data em Saúde, Saúde Bsuiness, 10.jun.2016
http://saudebusiness.com/analise-preditiva-a-aplicacao-killer-de-big-data-em-saude/

[24] How the IoT and patient-generated data can unlock health care value, Deloitte University Press, 27.aug.2015
http://dupress.com/articles/internet-of-things-iot-in-health-care-industry/

[25] How big data is having a 'mind-blowing' impact on medicine, TechRepublic, 18.jul.2016
http://www.techrepublic.com/article/how-big-data-is-having-a-mind-blowing-impact-on-medicine/

[26] A eficiência da IoT e do big data no tratamento de doentes crônicos, Convergência Digital, 21.out.2015
http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?UserActiveTemplate=site&infoid=40911&sid=15

[27] The Healthcare Internet of Things: Rewards and Risks, McAfee, March 2015
http://www.mcafee.com/es/resources/reports/rp-healthcare-iot-rewards-risks.pdf

[28] Healthcare's 'Internet of Things' should be the 'Security of Things', Healthcare IT News, 19.may.2015
http://www.healthcareitnews.com/blog/healthcares-internet-things-should-be-security-things

[29] Connected Medical Device Makers Need to Step up Security, CIO, 02.aug.2016
http://www.cio.com/article/3102918/internet-of-things/connected-medical-device-makers-need-to-step-up-security.html

[30] Health Insurance Portability and Accountability Act (HIPAA), Wikipedia
https://en.wikipedia.org/wiki/Health_Insurance_Portability_and_Accountability_Act

[31] Referências do Google sobre “European Union “Data Protection Directive” 1995”
https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=European+Union+%E2%80%9CData+Protection+Directive%E2%80%9D+1995

[32] Resoluções do Conselho Federal de Medicina de no 1605/2000, 1638/2002, 1821/2007 e 1931/2009.

[33] Referências do Google sobre “marco civil da internet”
https://www.google.com.br/webhp?sourceid=chrome-instant&ion=1&espv=2&ie=UTF-8#q=marco+civil+da+internet

[34] Privacidade em contexto: Área de Saúde, TI Inside, 23.jun.2014
http://convergecom.com.br/tiinside/seguranca/artigos-seguranca/23/06/2014/privacidade-em-contexto-area-de-saude/

[35] Cisco Forecast: 3.4 Devices Connected to the Internet Per Person by 2020, Telecompetitor, 08.jun.2016
http://www.telecompetitor.com/3-4-device-connections-per-person-worldwide-2020-cisco-highlights-11th-visual-networking-index/

[36] The Internet of Medical Things: A New Concept in Healthcare, Tech News World, 30.jun.2016
Part 1 - http://www.technewsworld.com/story/83654.html
Part 2 - http://www.technewsworld.com/story/83684.html

[37] The Internet Of Medical Things: Digitization Revolutionizes Respiratory Care Management, Forbes Magazine, 04.feb.2016
http://www.forbes.com/sites/reenitadas/2016/02/04/the-internet-of-medical-things-digitalization-revolutionizes-respiratory-care-management/#61584c3a319d

[38] The Internet Of #Medicine Is Just What The Doctor Ordered, TechCrunch, 16.feb.2016
https://techcrunch.com/2016/02/16/the-internet-of-medicine-is-just-what-the-doctor-ordered/

[39] What Is The Potential Of The Internet Of (Medical) Things?, BSM Info, 16.dec.2015
http://www.bsminfo.com/doc/what-is-the-potential-of-the-internet-of-medical-things-0001

[40] Realtime Technology and the Healthcare Internet of Things, PubNub, 19.jun.2015
https://www.pubnub.com/blog/2015-06-19-realtime-technology-and-the-healthcare-internet-of-things/

[41] PDF: Internet of Medical Things: Technological Environment of Personalized/ Precision Medicine, Slideshare, 05.jan.2016
http://www.slideshare.net/AlexandreProzoroff/internet-of-medical-things-technological-environment-of-personalized-precision-medicine-56675112

[42] References of “Internet of Things” from Health IT Analysts
http://healthitanalytics.com/search/e64c3132023b29762b354a750b474c53

[43] Internet of Things: Smart Health, European Union, Feb. 2015
https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=10&cad=rja&uact=8&ved=0ahUKEwiu5LqD-q_OAhWFF5AKHQ7qCjQQFghtMAk&url=http%3A%2F%2Fec.europa.eu%2FDocsRoom%2Fdocuments%2F13394%2Fattachments%2F5%2Ftranslations%2Fen%2Frenditions%2Fnative&usg=AFQjCNFrag67PoEr2bKDVh4YDPI0IHjc9w&sig2=E1SAmbgIGUQdlD5G0dG4GQ

* Eduardo Prado é consultor de mercado em novos negócios, inovação e tendências em Mobilidade e “Big Data” em Saúde.
E-mail: eprado.sc@gmail.com ... Twitter: https://twitter.com/eprado_melo
Outras matérias do mesmo autor:
1. Blog Saúde 3.0 - http://saudebusiness.com/blogs/saude-3-0/
2. Convergência Digital - http://convergenciadigital.uol.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=37


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