TELECOM

Para Oi, banda larga não pode ser um ônus para o fim das concessões

Luis Osvaldo Grossmann e Pedro Costa ... 20/09/2016 ... Convergência Digital

A nova política pública de telecomunicações, com prioridade para a banda larga, vai depender do tamanho do ajuste pelo fim das concessões de telefonia, sustenta o diretor de assuntos regulatórios da Oi, Carlos Eduardo Medeiros. Ao participar da 16ª Rio Wireless, organizada pela Network Eventos, nos dias 13 e 14 de setembro, o executivo defendeu diretrizes ‘economicamente e operacionalmente’ viáveis na revisão do modelo. 

“A banda larga seria uma política pública necessária para o Brasil, desde que ela seja economicamente e operacionalmente viável – o economicamente está mais ligado à discussão do saldo que vai ser definido com relação à saída da concessão, tem que ser atraente, que incentive a mudança, e não um ônus para sair da concessão”, afirmou. 

Segundo Carlos Eduardo Medeiros, a política pública voltada para a banda larga também deve prever os instrumentos de financiamento de ampliação das redes. “No futuro, uso dos fundos setoriais para suportar a expansão, ligada à questão da demanda, que tem que romper a barreira financeira quanto de proficiência do uso da banda larga.”

Para o diretor da Oi, o serviço de voz fixa está universalizado no Brasil, com penetração de 21%, superior a média mundial. Também acima da média mundial é a penetração de celulares, 123%. O fim da concessão, portanto, seria um passo natural nesse estágio. Para Medeiros, essa mudança deve se dar em duas etapas: “desoneração das obrigações, assegurando sustentabilidade financeira, e aí sim a migração do modelo para um regime privado, em autorização. Assistam.


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Em novembro, foram contabilizadas 135.964 mil linhas a menos e o país fechou o décimo primeiro mês de 2017, com quase 41 milhões de linhas ativas. Oi, Claro, TIM e pequenos prestadores de STFC puxaram a queda de linhas em serviço.

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Para agência, os R$ 4 bilhões previstos de dinheiro novo na operadora não são suficientes para que a Oi alcance o nível anual de aportes dos concorrentes. “Se não acompanhar, vai continuar perdendo mercado”, diz Juarez Quadros. 

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"O mercado já está instável com quatro operadoras. Os chineses têm uma mistura com o governo. Com quem iríamos brigar?", criticou o presidente José Félix. Não é a primeira vez que a Claro diz que o mercado nacional comporta apenas três players.

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A edição de 2017 do Painel Telebrasil enfatizou a necessidade de atualização do modelo de telecomunicações e a definição de uma agenda digital para o País.

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