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Conselhos permitem a universalização dos direitos profissionais

Convergência Digital - Carreira
Roberta Prescott - 13/10/2016

Os conselhos profissionais têm como objetivo fazer a fiscalização do exercício profissional, mas não unicamente como um ato coercitivo, explicou Orlando Zardo Junior, assessor da Comissão de Educação e Atribuição Profissional do Crea-ES, durante palestra sobre a importância das profissões regulamentadas no Seminário Regulamentação da Profissão de TI, realizado pelo Sindpd/SP, em São Paulo.

“O conselho dá as atribuições profissionais, faz a descrição das atividades, entre outros. No Brasil, temos mais de 60 profissões regulamentadas. O Estado regula a profissão quando entende que a profissão pode causar problema. É uma busca para melhorar a qualidade para sociedade, não apenas para categoria”, ressaltou.

Para ele, a regulamentação objetiva garantir a valorização dos profissionais e combater a precarização. “É a universalização de direitos”, disse, completando que a busca pela regulamentação das profissões de tecnologia da informação é uma luta histórica.  

Zardo mostrou o exemplo do sistema Confea/Crea, mas reconheceu que, apesar de ser uma experiência longa e que deu certo, há problemas. “Por exemplo, os tecnólogos não têm discussão própria dentro do Crea. Não há entendimento do que é tecnólogo.” Sobre a “pejotização”, ressaltou que isto é uma briga sindical, ainda que um dos papéis do conselho seja a valorização do profissional. Assistam a apresentação de Orlando Zardo Junior.

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