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Black Friday faz varejista antecipar compras e venda de smartphones dispara no 3º tri

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Convergência Digital - 18/11/2016

Depois de cinco trimestres de queda o mercado de celulares no Brasil voltou a apresentar números positivos. De acordo com o estudo IDC Brazil Mobile Phone Tracker Q3, realizado pela IDC Brasil, entre os meses de julho e setembro foram vendidos 12.556 milhões de dispositivos no país, sendo 11.136 milhões smartphones e 1. 419 milhão feature phones (aparelhos convencionais, sem sistema operacional).

Este número é 7.2% maior do que o apresentado no mesmo período de 2015 e 4.2% maior na comparação com o segundo trimestre de 2016. Do total de aparelhos vendidos, 4.5% têm sistema operacional iOS e 95.5% Android.

Ainda segundo o estudo da IDC, quando comparado o terceiro trimestre de 2016 com o mesmo período de 2015, a venda de smartphones foi 3.6% maior e a de feature phones foi 48.4% maior. Já na comparação do terceiro trimestre de 2016 com o segundo trimestre deste ano, smartphones cresceram 3.3% e feature phones 12,2%.

“O terceiro trimestre nos surpreendeu positivamente. Os varejistas anteciparam as compras e abastaceram os estoques para a Black Friday, enquanto os fabricantes enxugaram os portfólios de modo a atender a demanda com preços mais competitivos. Nem mesmo fabricantes e varejistas esperavam um crescimento nesta velocidade. Podemos dizer que a Black Friday se tornou a data mais importante do calendário para o mercado de celulares”, declara Diego Silva, analista de pesquisa da IDC Brasil.

Em termos de receita, o mercado de smartphones chegou a R$ 10.7 bilhões  de julho a setembro e o de feature phones atingiu R$ 179.8 milhões. Já o ticket médio dos aparelhos inteligentes foi de R$ 962,96 e dos celulares convencionais foi de R$ 126,65.

“Os números comprovam que o brasileiro deixou de ser ingênuo na hora de comprar um celular e que os fabricantes estão fazendo um esfoço grande para oferecer robustez e preços menores. Os aparelhos que custam até R$ 999 representam 76,1% do mercado total. Porém, notamos um movimento bastante rápido na demanda de modelos premium, por isso, a concorrência dos aparelhos com preço acima de R$ 3 mil está bastante acirrada”, completa o analista da IDC.

Para os últimos meses de 2016, a IDC prevê um mercado ainda aquecido. “Nossa expectativa para 2016 era de que o mercado atingisse 40,3 milhões de unidades vendidas. Porém, já estamos revendo estes números e esperamos uma queda um pouco menor em relação ao ano de 2015, quando foram comercializados 47 milhões de aparelhos”, finaliza Silva.

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