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Acesso às TICs é o melhor desempenho no índice de competitividade do Brasil

Convergência Digital* ... 31/01/2017 ... Convergência Digital

No relatório Competitividade Brasil 2016, elaborado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Brasil é comparado com outros 18 países e mantém-se na penúltima posição do ranking geral de competitividade.

Desde 2012, quando o ranking começou a ser divulgado, o Brasil ocupa a mesma posição. O levantamento avalia nove fatores "que afetam diretamente a eficiência das empresas e a eficácia de seu manejo". Um deles é Infraestrutura e Logística. Nesta categoria, o acesso e o uso das tecnologias de informação e comunicação são os fatores de melhor desempenho do Brasil.

Com avaliações numa escala de 1 a 7, o acesso às TICs tem índice de 6,42, o melhor do país entre os fatores, segundo a CNI. Já o uso das TICs tem índice de 5,6. Para efeitos de comparação, a qualidade das rodovias brasileiras tem índice de 3,0 e a ferroviária, 1,9.

Entre os três subfatores de infraestrutura avaliados no ranking da CNI – telecomunicações, transporte e energia –, a de telecomunicações tem, de longe, a melhor avaliação: 5,9, o que coloca o Brasil na 8ª posição entre os 18 países. As infraestruturas de transporte e energia do país têm índice de 2,7. Em ambas, o país ocupa a última colocação do ranking de infraestrutura.

O resultado em TICs é resultado, sustenta a Associação Brasileira de Telecomunicações - Telebrasil, dos altos investimentos do setor no Brasil.Desde a privatização do Sistema Telebras, em 1998, foram investidos R$ 500 bilhões, o que fez com que o Brasil tenha hoje a quinta maior rede de telecomunicações do mundo. A carga tributária sobre serviços de telecomunicações – a mais alta do mundo dentre os países avaliados pela CNI – é o fator que mais inibe investimentos, em especial aqueles voltados ao atendimento dos consumidores de menor poder aquisitivo.

Para a Telebrasil, se o país quiser avançar ainda mais em sua infraestrutura de telecomunicações e no acesso e no uso das TICs, são necessárias políticas públicas voltadas à massificação de serviços essenciais básicos prestados pelo governo e demandados pela população, utilizando-se soluções completas com TICs. O setor já apresentou o projeto "Brasil Digital Inovador e Competititivo", em que coloca o uso das tecnologias de informação e comunicação como fundamental para a inclusão do Brasil entre as maiores economias mundiais.
 


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