NEGÓCIOS

Para andar, Brasil precisa, urgente, de estabilidade política

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos ... 09/03/2017 ... Convergência Digital

O Brasil precisa migrar da sensação de confiança em dias melhores, para ações que concretizem essa expectativa positiva, pontua o presidente da HPE Brasil, Luciano Corsini. E essa transformação só vira com a conquista da estabilidade política.

"Os solavancos são absolutamente ruins para o país. Há no mercado o desejo que tudo dê certo, mas ainda não houve a retomada dos investimentos. A economia está dando os seus passos, mas precisamos cuidar da parte política", adverte o executivo, em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital.

Corsini, que se define como um otimista por natureza, sem ser ingênuo, assegura que 2017 será bem melhor, principalmente a partir do segundo semestre. Mas insiste na necessidade da estabilidade política para que as matrizes multinacionais tenham confiança de retomar seus investimentos. "Solavancos podem ser definidos em uma única palavra: risco. E enquanto estiver assim, teremos dificuldades".

Na área de negócios, o presidente da HPE Brasil, diz que, em certa medida, a maior parte das empresas brasileiras já se define como digitais, mas ainda estão no processo de repensar seus modelos de negócios e mental. "As lideranças já perceberam que se não investir, se não inovar, se não buscar a tecnologia aplicada, a indústria brasileira vai ficar para trás", ressalta.

E nessa guinada, o CIO tem um papel crucial. "A interlocução hoje se ampliou numa empresa, mas ao final o desafio da continuidade operacional e de performance segue com o CIO. Se um ambiente fica fora do ar, toda agenda paralela vai embora. Garantir uma operação impecável desafia a área de tecnologia. Para nós, fornecedores, a obrigação é apresentar as novas tecnologias e entender como elas se adequam aos negócios", afirma Luciano Corsini.

O presidente da HPE Brasil estará no 2º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontecerá nos dias 15 e 16 de março, em Brasília. Assistam a entrevista.

A Brasscom, hoje, representa 40 empresas do setor de TIC e 15 instituições e tem atuado na propagação de novas tendências, entre elas, Internet das Coisas, Big Data, Computação em Nuvem, Mobilidade, Segurança e Privacidade dos Dados. As inscrições para o 2º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios já estão abertas. Saiba como participar: http://seminariobrasscom.com.br/inscreva-se/


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