TELECOM

Prestadoras de serviços de telecom investiram R$ 28 bilhões no Brasil

Convergência Digital* ... 24/04/2017 ... Convergência Digital

As prestadoras de serviços de telecomunicações investiram R$ 28 bilhões em 2016, especialmente em expansão de infraestrutura, ampliação de cobertura e melhoria da qualidade dos serviços. O nível elevado de investimentos mostra a confiança do setor no País, mesmo com as crescentes dificuldades, como aumento da carga tributária, baixas margens de retorno e pesado custo regulatório.

Desde a privatização do Sistema Telebrás, em 1998, o setor privado de telecomunicações investiu mais de R$ 416 bilhões, a preços correntes e incluindo o pagamento de outorgas, o que em valores atualizados representa mais de R$ 840 bilhões. Investimentos que levaram o Brasil a ter a quinta maior infraestrutura de telecomunicações do mundo, que dá suporte às comunicações de usuários de mais de 330 milhões de acessos, nos serviços de telefonia fixa e móvel, banda larga e TV por assinatura.

Ainda de acordo com o balanço do setor de telecomunicações consolidado pela Telebrasil, a receita bruta do setor de telecomunicações em 2016 foi de R$ 226 bilhões, valor inferior à de 2015, de R$ 238,8 bilhões.

No comunicado ao mercado, o setor de telecomunicações diz esperar celeridade das autoridades na definição de um novo marco legal, que traga segurança jurídica e redução das cargas tributária e regulatória, capaz de permitir ao setor retomar sua capacidade de investimentos, contribuindo para o desenvolvimento econômico do Brasil, a inclusão digital e social de um número cada vez maior de cidadãos. Só assim se conseguirá o aumento da produtividade e competitividade do País no cenário mundial.

 

 


Segue a sangria nas linhas de telefonia fixa no Brasil

Em novembro, foram contabilizadas 135.964 mil linhas a menos e o país fechou o décimo primeiro mês de 2017, com quase 41 milhões de linhas ativas. Oi, Claro, TIM e pequenos prestadores de STFC puxaram a queda de linhas em serviço.

Plano da Oi prevê investimentos abaixo do necessário, diz Anatel

Para agência, os R$ 4 bilhões previstos de dinheiro novo na operadora não são suficientes para que a Oi alcance o nível anual de aportes dos concorrentes. “Se não acompanhar, vai continuar perdendo mercado”, diz Juarez Quadros. 

Claro repete que há muitas operadoras no Brasil e resiste à entrada dos chineses na Oi

"O mercado já está instável com quatro operadoras. Os chineses têm uma mistura com o governo. Com quem iríamos brigar?", criticou o presidente José Félix. Não é a primeira vez que a Claro diz que o mercado nacional comporta apenas três players.

Eletrosul testa suporte por satélite com Telebras e Hughes

Com 11 mil km de linhas de transmissão, a empresa é responsável por aproximadamente 10% do sistema de transmissão do País. Piloto terá duração de 60 dias.

Rede fixa três vezes maior do que a das rivais será o futuro da Oi

O diretor de Tecnologia de Redes e Sistema da Oi, Pedro Falcão, sustentou que o backbone óptico e as redes metropolitanas são a 'joia da coroa' e despertam a ambição dos concorrentes. "A Internet de Tudo exigirá muita rede fixa", frisou.

Oi unifica mainframes para acelerar serviços digitais

Tele também montou o Centro de Gerência de Serviços, em Brasília, com a missão de unificar as ações em áreas como recarga de pré-pago e faturamento.


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A edição de 2017 do Painel Telebrasil enfatizou a necessidade de atualização do modelo de telecomunicações e a definição de uma agenda digital para o País.

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