TELECOM

Oi descarta guerra de preços e admite que competição está muito 'brigada'

Ana Paula Lobo e Pedro Costa ... 03/05/2017 ... Convergência Digital

A competição na telefonia móvel está bastante 'brigada' e a consolidação dos chips mudou o panorama do setor, diz o diretor de Varejos da Oi, Bernardo Winik. 'O bolso do consumidor está mais curto. Para capturar esse cliente será pela experiência do uso. Não vamos entrar numa guerra de preços. O negócio não permite", pontua em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, nesta quarta´feira, 03/05.

O lançamento do Oi Livre no pré-pago, lançado no começo de abril, já mostra que o consumidor está preferindo trocar voz por dados, mas a voz ainda tem espaço. "A proporção é de 70% de minutos por dados e 30% fazem o inverso, trocam dados por voz, o que só nos mostra o acerto da oferta. O cliente se adapta". Para o Dia das Mães, a expectativa é de um aumento de até 15% nas vendas.

A consolidação de chips é uma tendência que veio para ficar e a disputa será grande. "A concorrência, agora, é a de tirar cliente de outras operadoras pela experiência de uso. A nossa disputa é que o usuário fique com o nosso chip ativado". Com relação à recuperação judicial da Oi, Winik reitera que os usuários, no varejo, não estão afetados pela questão. "Eles estão menos sensíveis à recuperação judicial e mais ligados à melhoria da qualidade". Assistam a entrevista com o diretor de Varejo da Oi, Bernardo Winik.


Segue a sangria nas linhas de telefonia fixa no Brasil

Em novembro, foram contabilizadas 135.964 mil linhas a menos e o país fechou o décimo primeiro mês de 2017, com quase 41 milhões de linhas ativas. Oi, Claro, TIM e pequenos prestadores de STFC puxaram a queda de linhas em serviço.

Plano da Oi prevê investimentos abaixo do necessário, diz Anatel

Para agência, os R$ 4 bilhões previstos de dinheiro novo na operadora não são suficientes para que a Oi alcance o nível anual de aportes dos concorrentes. “Se não acompanhar, vai continuar perdendo mercado”, diz Juarez Quadros. 

Claro repete que há muitas operadoras no Brasil e resiste à entrada dos chineses na Oi

"O mercado já está instável com quatro operadoras. Os chineses têm uma mistura com o governo. Com quem iríamos brigar?", criticou o presidente José Félix. Não é a primeira vez que a Claro diz que o mercado nacional comporta apenas três players.

Eletrosul testa suporte por satélite com Telebras e Hughes

Com 11 mil km de linhas de transmissão, a empresa é responsável por aproximadamente 10% do sistema de transmissão do País. Piloto terá duração de 60 dias.

Rede fixa três vezes maior do que a das rivais será o futuro da Oi

O diretor de Tecnologia de Redes e Sistema da Oi, Pedro Falcão, sustentou que o backbone óptico e as redes metropolitanas são a 'joia da coroa' e despertam a ambição dos concorrentes. "A Internet de Tudo exigirá muita rede fixa", frisou.

Oi unifica mainframes para acelerar serviços digitais

Tele também montou o Centro de Gerência de Serviços, em Brasília, com a missão de unificar as ações em áreas como recarga de pré-pago e faturamento.


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