GESTÃO

Brasil recicla apenas 2% do lixo eletrônico de TICs

Convergência Digital* ... 06/07/2017 ... Convergência Digital

A quantidade de lixo eletrônico do mundo deve chegar à média de 50 milhões de toneladas anuais até dezembro. Equivale, em 12 anos, a mais que o peso do Morro do Pão de Açúcar, estimado em 580 milhões de toneladas. Cerca de 1,4 milhão de toneladas do lixo eletrônico mundial proveniente do setor de informática serão provenientes do Brasil, que só recicla 2%. No mundo, a ONU estima que apenas 13% do e-lixo são reciclados.

O descarte incorreto dos equipamentos leva à contaminação do solo, da água e do ar com metais pesados, substâncias tóxicas que afetam pessoas, animais e plantas. Cádmio, chumbo, bromo, cobre e níquel estão presentes em pequenas quantidades nos equipamentos e dispositivos, sobretudo placas. Em grande quantidade e quando descartados em vazadouros comuns essas substâncias podem causar feridas nos órgãos internos, câncer, doenças respiratórias e até demência nos seres humanos.

Pelo quinto ano consecutivo o Sindicato das Empresas de Informática do Estado - TI-Rio -promove até o dia 15 de julho, uma campanha para coleta e reciclagem. O presidente do sindicato, Benito Paret, espera alcançar a meta coletar três toneladas de lixo eletrônico, principalmente através das cinco mil empresas fluminenses do setor.

Nos últimos anos, a iniciativa conseguiu reciclar sete toneladas de peças e equipamentos, tem a parceria da Futura, única que empresa carioca com licença específica para reciclar o lixo eletrônico. Ela faz a coleta e triagem, reaproveita componentes e doa ou vende a preços populares os equipamentos ainda em condições de uso.

Os materiais tóxicos como pilhas e baterias são encaminhados para empresas especializadas, enquanto as placas e materiais mais complexos vão para o exterior de forma legal, pois não existem estruturas privada ou pública para reprocessá-los no Brasil, embora o país disponha de uma Política Nacional de Resíduos Sólidos. Durante a campanha, a Futura recebe ou recolhe computadores, notebooks, celulares, tablets, impressoras, monitores, mouses, teclados, caixas de som, DVDs, fios e aparelhos de fax.


Governo busca interesse dos órgãos federais em postos para carros elétricos

Acordo entre o governo federal e o governo do Distrito Federal já prevê a instalação de seis ‘eletropostos’, mas demanda pode aumentar esse número.

Governo chega à marca de 1 mil serviços públicos digitalizados

Desempenho mantém em curso a meta de digitalização total de 3,8 mil serviços até 2022. 

Intelit: LGPD não é um único software que vai resolver tudo

A governança do processo de dados é crucial para uma boa implementação da legislação, sustenta o CEO da Intelit, Lincoln dos Santos Pinto. Segundo ele, o atraso da grande parte das empresas decorre da falta de dinheiro e da incerteza sobre a vigência da lei.

Intelit: Compras públicas têm de abrir espaço à inovação e às startups

O CEO da prestadora de serviços de TI, Lincoln dos Santos Pinto, observa que um processo de compra pública leva em torno de seis meses, o que atrasa a inovação. Sobre a venda do Serpro e Dataprev, lembra da LGPD e defende o Estado como tutor dos dados pessoais do cidadão.




  • Copyright © 2005-2020 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G