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Empresa brasileira replica modelo da nuvem cria o 'CIO como serviço'

Convergência Digital
Ana Paula Lobo* - 14/07/2017

A CGK, empresa especializada em produtos e serviços de Tecnologia para os ambientes corporativo, de ensino e de governo, passou a oferecer um serviço na gestão: o CIO as a Service, voltado a pequenas e médias empresas que detenham equipes de TI enxutas, cuja estrutura não justifique o alto investimento na contratação de um gestor de TI interno e permanente, mas que precisem de gestão profissional do uso da tecnologia, das soluções, sistemas e infraestrutura providas pela área.

também é voltado opara companhias que possuem equipes de TI com foco demasiadamente técnico e necessitam evoluir o alinhamento estratégico ao negócio por meio de uma melhor condução de suas ações e projetos integrando as tecnologias usadas às estratégias e rotinas de todas as áreas.

O Cloud CIO consiste, em suma, na realização da gestão estratégica de TI da empresa de forma a estabelecer um processo contínuo de governança de TI. Para isto, será realizada uma análise detalhada da TI e das soluções atuais, comparando com as necessidades do negócio e definindo a estratégia de longo prazo da TI, estruturas, serviços, processos e sistemas que sejam mais aderentes ao negócio, além de um plano de melhorias a ser estabelecido. Além disto, os processos e controles de governança, gestão financeira de TI, projetos e demandas serão construídos e acompanhados periodicamente, junto à gestão do negócio e ao time local de TI, para garantir a realização da estratégia.

"Diferentemente do que hoje é oferecido por consultorias, que entregam serviços para determinado projeto ou período de tempo, no CIO as a Service tem-se a visão de continuidade e comprometimento constante com a estratégias e o negócio do cliente, sendo possível estudar demandas e evoluir processos, gerenciando a TI sob a ótica de um gestor efetivamente inteirado ao ambiente, a um custo fixo mensal", comenta Paulo Garcia, Diretor Executivo da CGK e responsável pela nova oferta. "Desta forma, a governança de TI passa a ser um benefício acessível também a empresas de menor porte, com a vantagem de se ter a gestão de TI muito mais pela perspectiva do negócio, do que de uma perspectiva apenas técnica", completa.

O lançamento do CIO as a Service coincide com a chegada de Paulo Garcia a CGK: o executivo implementou um modelo similar de serviço em um grupo educacional no qual trabalhou anteriormente, no qual foi gestor de TI de 4 instituições de ensino, simultaneamente, englobando 13 diferentes unidades de negócio nas regiões Sul e Sudeste."As unidades dispersas geograficamente requeriam muita eficácia, acurácia, assertividade e alinhamento nos processos de TI. A implementação de um modelo padrão de gestão e governança a ser seguido por cada uma das unidades resultou em ganho de produtividade, melhoria no aproveitamento de investimentos, aplicações e recursos humanos, bem como a otimização dos custos de TI", conta o executivo.

A criação do CIO as a Service também faz parte da missão de Paulo Garcia em seu posto de Diretor Executivo da CGK, que inclui a expansão de mercado e do portfólio da companhia."Queremos crescer em serviços e projetos de Tecnologia, com foco no desenho, seleção e implantação de soluções corporativas de sistemas e aplicações, consultoria em gestão e processos de TI, gerenciamento de projetos, definição e acompanhamento da estratégia de TI", destaca ele. "O trabalho de CIO as a Service engloba muitas destas áreas, ofertadas como serviço. É praticamente como falar em um Cloud CIO", ressalta.

O Diretor Comercial e fundador da CGK, José Guido Kirst, salienta que a nova oferta de gestão de TI como serviço é um divisor de águas apresentado pela empresa ao mercado. "É algo inovador, sem precedentes. Temos muita experiência acumulada, com profissionais muito capacitados, para entregar este serviço com a excelência necessária", explica.

A experiência de Kirst também agrega muito ao serviço. O executivo, hoje com 83 anos, já vivenciou diversos momentos e fases que se confundem com a própria evolução do mercado de TI do Brasil – a CGK abriu suas portas em 1987, quando Kirst se aposentou, então no cargo de primeiro Gerente de Sistemas da Petróleo Ipiranga, corporação para a qual foi chamado para operar o "cérebro eletrônico" que havia sido comprado e para o qual a companhia precisava de um profissional com raciocínio lógico para operação.

*Com informações da CGK
 



 

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