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Facebook, com WhatsApp e Facebook Messenger, é monopolista na mensageria móvel

Convergência Digital - Carreira
- 21/07/2017

A base mundial de usuários de aplicativos de mensageria móvel crescerá 15,5% este ano, passando de 1,58 bilhão para 1,82 bilhão de pessoas, segundo relatório da eMarketer. Isso será equivalente a 76,3% da base de usuários de smartphones no mundo. O número de usuários de apps de mensagens continuará crescendo nos próximos anos e chegará a 2,48 bilhões em 2021, prevêem os analistas da eMarketer. Os dados se referem a usuários ativos mensais (MAUs, na sigla em inglês).

Os dados são reveladores: há apenas dois players, o que significa um duopólio, sendo que os produtos são de um único dono - WhatsApp e Facebook Messenger. Ambos têm bases amplas e ativas em mais de 20 mercados. Outros quatro podem ser classificados como líderes multinacionais, com boa audiência em mais de três mercados, mas em menos de 20: WeChat, Viber, Line e Snapchat. Por fim, outros três são fortes players locais, concentrados em até três mercados: KakaoTalk, QQ e KiK.

A pedido da eMarketer, outra empresa de inteligência de dados móveis, a Apptopia, fez uma estimativa da base mundial de MAUs e de DAUs (usuários ativos diários) dos principais apps de mensageria. De acordo com seus cálculos, no primeiro trimestre deste ano o WhatsApp liderava com 988 milhões de MAUs e 633,5 milhões de DAUs, seguido de perto pelo Facebook Messenger (980,4 milhões de MAUs e 513 milhões de DAUs). As duas empresas, contudo, divulgam oficialmente ter 1,2 bilhão de MAUs. Cabe ressaltar que a base de smartphones pesquisados pela Apptopia se concentra no Ocidente. Por isso, talvez a diferença em relação aos números oficiais esteja nos mercados asiáticos.

Os cinco países com as maiores bases de usuários de apps de mensageria são também aqueles com as maiores populações: China, Índia, EUA, Brasil e Indonésia, nesta ordem. A projeção é de que a base brasileira cresça de 57,9 milhões em 2016 para 66,5 milhões este ano. Em 2021 serão 87,9 milhões. Ao longo desse período, o Brasil será ultrapassado pela Indonésia, que saltará de 52,2 milhões em 2016 para 95,9 milhões em 2021, em razão do avanço da penetração de smartphones no país asiático.

Fonte: portal Mobile Time

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