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Claro Brasil: fabricantes de smartphones precisam tratar o Brasil como país de 1º mundo

Convergência Digital - Carreira
Ana Paula Lobo - 02/10/2017

Ao anunciar a expansão da rede 4,5G para novas capitais, entre elas, Rio de Janeiro e São Paulo, o presidente da operadora, Paulo César Teixeira, fez uma crítica aos fabricantes de smarpthones por trazerem aparelhos com menor capacidade de recursos e de funcionalidades. Hoje, apenas três aparelhos estão compatíveis para o 4,5G:  Galaxy S8 e S8+, da Samsung; e o Moto Z2 Force, da Motorola.

"O Brasil não é país de segundo mundo. Estamos investindo muito em rede de última geração. Os aparelhos também deveriam estar prontos. Se você vai em outros países, o aparelho é vendido com mais funcionalidade. Não pode custar R$ 4 mil e não ter as facilidades que os outros países", lamentou Teixeira.

Presente ao lançamento do 4,5G, o presidente da Qualcomm, Rafael Steinhauser, disse que o 4,5G é uma tecnologia surgida há cerca de 12 meses e deverá levar mais um tempo para acontecer a massificação dos chipsets. "O 4,5G é um salto quântico e todo o ecossistema precisa se adequar", sustentou o executivo. Ainda fora dos smartphones Premium na região, a Qualcomm deverá ter o chipset Snapdragon em toda a região em 2018.

O presidente da Qualcomm, Rafael Steinhauser, destaca que a atualização do parque de terminais no mercado é necessária com a chegada de novas tecnologias. "Trazer telefones é um desafio da indústria, colocar (os aparelhos) na mão dos usuários. Não é tão evidente, às vezes o mesmo telefone tem muitas variantes, e às vezes colocam em mercados considerados secundários chipsets que não têm todas as características", explica. Steinhauser destacou, entretanto, que a próxima geração de "telefones Premium" usará chipset Snapdragon também na região.

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