GESTÃO

Serpro adota seguro para cobrir má gestão

Luiz Queiroz ... 15/12/2017 ... Convergência Digital

Desde o dia 8/12, o Serpro passou a adotar o "Seguro de Responsabilidade Civil", para eventual indenização que dirigentes da estatal sejam obrigados a pagar, em virtude de erros administrativos e má gestão. O valor de cobertura do seguro será de R$ 30 milhões (1% do ativo total da empresa). 

O seguro protegerá dirigentes e ex-dirigentes (a validade começa com a atual gestão e no futuro cobrirá aqueles que sairem deste governo), membros dos Conselhos de Administração e Fiscal ( ex-dirigentes também, no futuro) e superintendentes. Além disso, quando instalado o "Comitê de Auditoria" - que justamente deveria ser criado para apurar irregularidades, indepentendemente de quem esteja dirigindo a empresa - também será beneficiado.

O funcioário comum do Serpro, abaixo do cargo de Superintendente, não terá esse privilégio se por ventura cometer algum deslize adminstrativo.

Maldades

Já há uma preocupação interna quanto ao que a atual direção do Serpro estaria fazendo, que mereça desde já se garantir com uma cobertura de seguradora para eventuais erros administrativos?

Ou será que as tais "maldades" ainda não foram instituídas pela direção, justamente porque não havia até agora uma garantia de que a direção não teria de pagar no futuro, do seu bolso, por eventuais erros administrativos que geraram ações civis.

O documento, como sempre, tem um grau de sigilo, mas não se sabe se ele se tornou público dentro do Serpro e o que os funcionários não agraciados acharam dele. Até então, o gestor do Serpro tinha duas possibilidades: o advogado da casa ou ressarcimento dos honorários pagos ao advogado escolhido, tendo como limite a tabela da OAB.

Fica uma questão a ser respondida no futuro. Como o balanço da empresa irá explicar esse gasto. Será instituída a rúbrica "proteção de gestores mal-intencionados"?

O "Seguro Contra Cagadas", como está sendo conhecido internamente no Serpro, ainda será contratado por meio de pregão eletrônico. Mas até o momento não se sabe em que estágio se encontra esse processo licitatório.


SEFAZ-SP elege outsourcing para atualizar infraestrutura de TI

Empresa de TI nacional, Cast Group, é responsável pela alocação de profissionais especializados para atender o ambiente de TI, responsável, entre outros, pela nota fiscal paulista.

EFD-Reinf é obrigatória para empresas com faturamento superior a R$ 78 milhões

Receita Federal ressalta que todos os contribuintes obrigados ao eSocial a partir de janeiro/2018 também estão obrigados à EFD-Reinf.

Anatel reduz orçamento para 2019

Segundo o presidente da agência, Juarez Quadros, valor proposto para custeio ficou abaixo dos R$ 200 milhões. Em 2018, sem contar despesas de pessoal, orçamento foi de R$ 205 milhões.

SAP e Oracle não decolam nas médias empresas. TOTVS não avança nas grandes

Inteligência analítica - resultado das aplicações de BI e de BA - é responsável por boa parte do lucro dos principais fabricantes de software no Brasil. Em ERP, Totvs, SAP e Oracle dominam o mercado com 81%. Em IA, IBM e Microsoft aparecem no top 5, mas bem atrás das rivais.

Linux segue 'engolido' pelo Windows. Cobol sustenta mercado entre programadores

Open source estagnou em 16% nos sistemas operacionais de servidores e o Windows cresceu para 75%. Nas linguagens de programação, o VB.Net é líder e aparece bem à frente da Java. Em banco de dados, a Microsoft 'surra' a Oracle nos usuários finais, mas rival vira o jogo nas empresas.



  • Copyright © 2005-2018 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G