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Computação sem servidor: ela está cada vez mais próxima

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Convergência Digital* - 11/01/2018

Um dos benefícios da nuvem é a facilidade de uso para aplicar recursos adicionais e seu modelo de consumo de pagamento por uso. Em nenhum lugar isso é mais evidente do que na computação sem servidor (Serverless Computing). Antes, a unidade para recursos de computação era uma instância ou VM. Agora, uma “função” tornou-se uma unidade ainda menor de “uso”. Essa é uma das previsões feitas pela fabricante A10 para o mercado de cloud computing em 2018.

O fato de gerenciar e expandir os recursos sob demanda no provedor de nuvem é econômico e tira o peso das costas do TI. Os custos com base em um modelo de consumo facilitam a vida em orçamentos apertados.Já disponível na nuvem pública, para o próximo ano, a computação sem servidor também começará a aparecer em implementações de nuvem privada. Embora não se torne dominante, uma adoção mais ampla acontecerá no curto prazo.

Segundo a projeção da A10, a computação severless, em conjunto com o amadurecimento de nuvem, colocará pressão nos fornecedores de servidores e hardware para transformar seus modelos de negócios afim de manter relevância em um novo mundo virtual, elástico e automatizado da nuvem. Quem também surge para ficar são as chamadas 'verdadeiras' nuvens híbridas.

De acordo com a fabricante, a possibilidade das empresas de hospedar suas aplicações em diferentes infraestruturas – nuvens públicas, privadas e on-premise com ferramentas comuns de orquestração e gerenciamento – é atraente. Multi-nuvem, com diferentes cargas de trabalho em diferentes nuvens e sendo gerenciadas separadamente, se tornará dominante em 2018, enquanto nuvens híbridas verdadeiras começarão a surgir.

De acordo com a companhia,  já existem projetos de tecnologia importantes e parcerias se formando para tornar isso uma realidade. Por exemplo, o Azure e Azure Stack da Microsoft fornecem um conjunto uniforme de recursos de infraestrutura e API em nuvens públicas e privadas; a parceria entre VMware e AWS da Cisco e Google. Esses mashups criam nuvens híbridas que unem realmente os ambientes e melhoram ainda mais a agilidade operacional, eficiência e escalonamento.

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