TELECOM

Pharol diz que assembleia da Oi é essencial e festeja ação do Ministério Público

Luís Osvaldo Grossmann ... 02/02/2018 ... Convergência Digital

A Pharol, sucessora da Portugal Telecom que detém 22,6% do capital da Oi, defendeu, em comunicado ao mercado, que a realização da assembleia geral extraordinária, que pediu para ser realizada em 8/2, é essencial para o futuro da companhia. 

No mesmo comunicado, a maior acionista da operadora também defendeu a ação judicial movida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que questiona, além do parcelamento das dívidas com a Anatel nos termos do plano, a falta de aval dos acionistas sobre os termos aprovados pelos credores. 

A direção da Oi, no entanto, também soltou comunicado ao mercado adiantando que não vai seguir adiante com o pedido e negou a realização da assembleia geral extraordinária. Para a direção da tele, a Justiça deu poderes para aprovação do plano sem o crivo dos atuais acionistas

Segue o comunicado da Pharol: 

“Sobre o recurso apresentado pelo Ministério Público em que recorre da decisão que homologou o Plano de Recuperação Judicial da Oi, a Pharol avalia que os pedidos formulados pelo Ministério Público trazem coerência à discussão, pois esclarece que a condução de um processo de recuperação judicial deve observar as Lei das S/A.

No entendimento da Pharol, inclusive já manifestado judicialmente, toda e qualquer alteração tanto no Estatuto Social quanto na composição do Conselho de Administração da Companhia deve ser debatida pelos acionistas em Assembleia Geral Extraordinária, como determina a Lei das S/A e o regimento de governança da CVM, e não imposta num Plano de Recuperação Judicial aprovado sem qualquer deliberação de seu Conselho.

 Desta forma, a realização da Assembleia Geral Extraordinária marcada para a próxima semana é essencial para debater sobre o futuro da companhia e os direitos, garantidos por Lei, de seus acionistas.”


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