GOVERNO

Transformação digital não acontece na velocidade desejada no Brasil

Ana Paula Lobo e Rodrigo dos Santos ... 13/03/2018 ... Convergência Digital

As políticas públicas para a transformação digital até estão acontecendo no Brasil, mas não na velocidade adequada para inserir o País na jornada global, adverte o presidente executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo.

"Temos ainda muitas reformas e medidas para acontecer. Entre elas, a reforma da Lei do Bem e a Lei de privacidade de dados pessoais", aponta Gallindo. Também é crucial rever o modelo de compras governamentais. "Não se pode mais pensar apenas no menor preço. É preciso pensar no valor agregado", acrescenta.

A transformação digital e seus impactos no Brasil é tema do 3º Seminário Brasscom Políticas Públicas & Negócios, que acontece em Brasília, nos dias 14 e 15 de março. Assistam a entrevista com o presidente da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo.


3º Seminário Brasscom de Políticas Públicas & Negócios 2018 - Cobertura Especial Convergência Digital
Brasscom lança manifesto para construir um Brasil Digital e Conectado

Entidade quer a colaboração da sociedade e de entidades de TI ou não para entregar um documento aos presidenciáveis. "Tecnologia precisa ser prioridade nacional", diz o presidente-executivo da Brasscom, Sergio Paulo Gallindo.


Veja a cobertura da 3º Seminário Brasscom de Políticas Públicas & Negócios 2018

eSocial: deixar para novembro pode ser um erro fatal das empresas do Simples Nacional

Em entrevista ao Convergência Digital, o coordenador do eSocial, José Maia, advertiu: "Não deixem para a última hora. Aproveitem a transição".

Órgãos públicos do Executivo estão proibidos de exigir CPF e CNPJ

Medida impõe o compartilhamento de dados sem nenhuma regra de cuidado com as informações. Portaria proíbe a exigência ainda de certidões de débitos tributários e dívida ativa e certidão de quitação eleitoral.

Serpro repudia acusação de venda de dados pessoais

Estatal diz nunca ter repassado conteúdo ao site 'Consulta Pública', 'congelado' por uma ação do MPF do Distrito Federal. Sustenta ainda que não vende 'secretamente' dados de pessoas naturais ou jurídicas.

Apps de e-gov não pedem consentimento e coletam mais dados do que precisam

Segundo estudo do InternetLab com aplicativos federais e de São Paulo, nenhum dos aplicativos pede consentimento expresso e metade não possui qualquer política de privacidade.



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