INTERNET

Serviços IP já são 50% da nova receita de negócios da Eletronet

Ana Paula Lobo ... 14/09/2018 ... Convergência Digital

Com pouco mais de quatro meses comercializando serviços IP, a Eletronet já tem na modalidade 50% da nova receita de negócios da companhia, comemora Cássio Lehmann, diretor Comercial e de Marketing da companhia. O bom resultado consolidou a estratégia e um novo produto - agora fora dos pontos de presença da companhia- está sendo vendido.

Trata-se de uma nova modalidade do serviço de trânsito IP - o Full IPix, que será entregue pelos IX.br nacionais - São Paulo, Campinas (SP), Rio de Janeiro, Curitiba (PR), Brasília (DF), Salvador (BA) e Fortaleza (CE). A estratégia da Eletronet é de que o Full IPix esteja disponível em 17 PIXes nacionais até o fim deste ano.

"A banda larga fixa está crescendo no Brasil pelas empresas de Internet. Temos um alvo de 2300 empresas que podem ser beneficiadas por uma entrega de infraestrutura de melhor capacidade mais próxima do seu ponto de atuação", afirma Lehmann. A contratação do serviço poderá ser feita a partir de capacidades superiores a 200 Mbps. "Mantemos a venda nos nossos 155 pontos de presença, mas termos os IX.br como ponto de revenda nos dará ainda mais agilidade na entrega dos links IP", acrescenta o executivo.

Um dos benefícios do produto, sustenta ainda Cassio Lehmann, será a possibilidade de descentralizar o tráfego Internet do PTT de São Paulo, que hoje responde por 80% do total nacional. "Com os pontos em novas capitais podemos descentralizar o tráfego Internet, o que é muito relevante num mercado que cada vez mais consome serviços de streaming", observa.

A Eletronet, com a oferta de infraestrutura, prevê um crescimento de 40% nos negócios em 2018. "As operadoras ainda são o nosso carro-chefe, mas a oferta às empresas Internet e as operadoras de pequeno e médio porte é um nicho que nos garante um forte crescimento", completa o diretor da Eletronet.


Perícia digital: Disputa judicial exige mais prazo de armazenamento de dados

"Conflitos judiciais levam mais tempo que o exigido das empresas para armazenamento das informações. Com dados, não há anonimato na Internet", observa João Alberto Matos, do Pio Tamassia Advocacia. Fake News e perfis falsos nas redes sociais mobilizam a maior parte das perícias digitais.

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Brasileiro precisa entender que os dados valem muito dinheiro

Professor Luca Belli, da FGV/RJ, diz que o Brasil tem 210 milhões de produtores de dados e pode ter uma vantagem competitiva em Inteligência Artificial. "Mas a hora é de abrir a caixa preta e entender os critérios usados na tomada de decisão", observa. Sobre a LGPD, o especialista é taxativo: sem Autoridade de Dados, a legislação não 'pega'.

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