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Escolha o fornecedor certo. Parece simples, mas não é

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Convergência Digital* - 10/12/2018

Um estudo feito pelo Gartner mostra que até 2020, empresas que não utilizam computação em nuvem serão tão raras quanto as que hoje não utilizam internet. Isso porque a maioria das inovações tecnológicas é centrada em cloud. Segundo o artigo ‘The ROI of Cloud ERP for SMBs’, o mercado de software empresariais (ERP) em nuvem representa apenas 2 a 7% do total deste mercado. No entanto, a previsão é que que esse percentual dobre a cada cinco anos.

Os analistas do Gartner preveem também que até 2020, mais poder computacional terá sido vendido por provedores IaaS (Infrastructure as a Service) e PaaS (Platform as a Service) em nuvem do que tecnologias vendidas e implementadas em data centers corporativos. Trata-se de uma transformação representativa, uma vez que o mercado de IaaS apresenta crescimento de 40% por ano desde 2011 e a previsão é de que continue crescendo mais de 25% por ano até 2019.

Uma das ações é encontrar o fornecedor certo. E essa tarefa não é simples. Isso porque o fornecedor com grande experiência e algum sucesso provendo soluções para negócios similares aos seus – requer mais uma série de perguntas. Indague quando as suas estatísticas de confiabilidade e disponibilidade? Quantos clientes eles possuem? Quantos desses clientes são de grande, médio e pequeno portes? Algum desses clientes tem porte similar ou atua na mesma vertical da sua empresa?

“Há uma grande variedade de provedores de cloud focados em áreas distintas”, resume John Dinsdale, analista do Synergy Research Group o especialista, aconselhando optar por aquele que consegue lidar com situações de acordo com o que sua empresa vivencia. Também é preciso avaliar as reais necessidades da sua empresa. Parece simples, mas não é. Algumas perguntas simples precisam ser respondidas antes mesmo de começar. Por exemplo: para quê você precisa da nuvem? Algumas companhias simplesmente consideram o conceito como, por exemplo, um vetor de economia, redução de esforço, terceirizar a gestão de parque de máquinas ou sistemas, etc.

Outra coisa a considerar é quanto a nuvem libera das atividades pesadas do departamento de TI. Gastar menos tempo com trabalhos operacionais pode liberar espaço na agenda dos profissionais de tecnologia para que sejam mais inovadores e contribuam com o negócio da organização. Mais uma dúvida: para sua empresa é melhor construir a própria estrutura ou alugar um serviço de terceiros? Isso seria dentro do seu data center ou com máquinas alocadas em provedor? Se partir para uma estrutura própria, tem especialistas para executar as tarefas necessárias?

De maneira geral, quanto menor o número de funcionários dedicados à TI, mais ajuda de fora a companhia precisará. “Diria que o melhor lugar para começar é com uma nuvem privada hospedada na infraestrutura de um provedor de serviços. Quando pegar confiança, expande”, aconselha Jeff Kagan, analista independente.

Fonte: Computerworld/EUA


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