Convergência Digital - Home

Para OCDE, a transformação digital está no topo da agenda global

Convergência Digital
Ana Paula Lobo e Roberta Prescott - 21/10/2019

“A digitalização não é algo novo, mas o poder de supercomputador que temos na mão é ubíquo e onipresente”, assim, Roberto Martínez Yllescas, diretor para América Latina da OCDE – México, começou a sua apresentação na ABES Software Conference. Yllescas lembrou que a inteligência artificial (IA) abre novas oportunidades radicais, mas traz novos riscos. A ciência da IA continua avançando e, no cenário mundial, os Estados Unidos são os que mais registram patentes, com a China tendo um número muito substantivo.

Transformação digital está no topo da agenda global e é um marco de política pública. As principais questões envolvem acesso, uso, inovação, emprego, sociedade, confiança e abertura de mercado. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico fez o trabalho de mapear as estratégias dos países-chaves no fortalecimento do marco de políticas públicas para a ampliação do digital.

Com relação ao Brasil — que é membro, mas, segundo Yllescas, é um parceiro-chave e participa dos comitês de trabalho — o acesso à banda larga precisa melhorar, ainda que a penetração da banda larga móvel não está tão afastada da média da OCDE, assim como a utilização de tecnologias governamentais e serviços online. “O Brasil precisa melhorar a educação básica e fazer um maior esforço nas matérias de matemática, compreensão de leitura e raciocínio científico”, disse. 

Após a palestra, em entrevista à CDTV, Yllescas ressaltou que o Brasil é um país muito grande e que enfrenta o desafio de não ficar para trás no trabalho de ter acesso competitivo na economia digital global. Para tanto, precisa seguir investindo em pesquisa e desenvolvimento. “O esforço brasileiro nesta área não tem a ver com o ciclo econômico; tem sido um ciclo consistente no tempo”, afirmou, lembrando que o Brasil investe 1,1% do PIB em P&D, o que é praticamente o dobro do porcentual investido pelo México.  


Ministério da Justiça escolheu nuvem da Oracle para atender ao consumidor

"A nuvem nos abre um novo catálogo de possibilidades para serviços", afirma o coordenador geral de infraestrutura e serviços do Ministério da Justiça, Leonardo Greco. Serviço consumidor.gov.br migrou para a Oracle no final de maio.

CSU avança de empresa de BPO para uma companhia de tecnologia

Com diferentes atividades, entre elas, processamento de transações eletrônicas de meios de pagamento e serviços de relacionamento com clientes, a CSU contratou o NICE Nexidia para melhorar os resultados dos negócios com uma abordagem consultiva e analítica.

Cientista de dados: seja investigativo, analítico e curioso

Não há um perfil delimitado para o cientista de dados, o que significa que ele pode ser um 'profissional mais rodado e experiente' ou uim jovem recém-saído das universidades. Mas há um ponto essencial: a multidisciplinaridade, aponta o professor e especialista em ciência de dados do Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação (IGTI), João Carlos Barbosa.

Destaques
Destaques

Taesa faz transformação digital baseada em dados

Concessionária de energia impulsionou a transformação digital por meio de uma estratégia de gestão da tecnologia baseada em dados e integração.

Fleury cria empresa baseada em ciência de dados e inteligência artificial

Saúde ID funcionará como um marketplace de serviços ligados à saúde e recebeu investimentos de R$ 50 milhões. O paciente terá todas suas informações de saúde integradas em uma única plataforma, que poderá oferecer às empresas e operadoras um serviço com algoritítimos preditivos.



Veja mais vídeos
Veja mais vídeos da CDTV

Veja mais artigos
Veja mais artigos

Como controlar os gastos em nuvem pública?

Por Srinivasa Raghavan*

Se as empresas obtiverem melhor visibilidade do custo de cada serviço em nuvem que utilizam, poderão encontrar o equilíbrio certo entre eles, reduzir as despesas operacionais e obter o melhor valor possível da nuvem.

O caminho da cibersegurança passa pela nuvem

Por Felipe Canale*

Com organizações cada vez mais distribuídas, manter dispositivos em todos os locais ou usar produtos diferentes para trabalhadores remotos cria inúmeras brechas de segurança, além de custar muito e sobrecarregar os recursos de TI.


Copyright © 2005-2020 Convergência Digital ... Todos os direitos reservados ... É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site