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Rerversibilidade do backhaul e Banda larga via rede elétrica são aprovadas. WiMAX e Serpro sem solução

:: Luís Osvaldo Grossmann
:: Convergência Digital :: 02/04/2009

Em reunião realizada nesta quinta-feira, 02/04, o Conselho Diretor da Anatel, mais uma vez, não discutiu a homologação e a certificação dos equipamentos WiMAX de 2,5GHz e do Caso Serpro, cujo parecer da conselheira Emília Ribeiro, sugere o encaminhamento da estatal para o Cadastro de Inadimplentes do Governo federal (CADIN) por ter operado uma infovia, através de SCM, sem o recolhimento dos tributos do serviço. Dos dois casos, o único que teve um prazo definido foi o do WiMAX, relatado pelo conselheiro Plínio Aguiar. Ele solicitou mais 33 dias para dar o seu parecer final. Já no caso Serpro, o presidente do órgão regulador, Ronaldo Sardenberg, pediu vistas sem, no entanto, definir prazos.Em compensação, o conselho tomou decisões significativas para o setor. Os Conselheiros aprovaram o regulamento do uso do BPL (Broadband over Power Line) ou PLC (Power Line Communications), como é mais conhecido, pelo qual será possível às companhias de energia elétrica oferecerem o acesso à internet banda larga por meio de suas redes.A questão, também relatada pela conselheira Emília Ribeiro, deverá ter a sua regulamentação publicada na próxima quarta-feira, 08/04. De acordo com a proposta da área técnica, a oferta via PLC será operada em caráter secundário, respeitando às áreas controladas pelas Forças Armadas. Agora, com a posição da Anatel, as empresas do setor elétrico, entre elas, Eletropaulo e Copel, que já têm projetos para ofertarem banda larga, deverão esperar a consulta pública aberta pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Ela termina no dia 31 de maio.Outra decisão relevante: Foi aprovada a proposta do termo aditivo ao decreto do PGMU (Plano Geral de Metas de Universalização), restabelecendo a cláusula sobre a reversibilidade do backhaul. A proposta não passará por consulta pública e será apresentada às concessionárias para assinatura. Dessa forma, a Anatel planeja, enfim, conseguir dados suficientes para derrubar a liminar concedida, em novembro do ano passado, pela Justiça Federal de Brasília, para a Pro Teste (Associação Brasileira de Defesa dos Consumidores), e que tem causado 'desconforto' para o projeto de levar banda larga para 55 mil escolas até 2010.
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