O ministro das Comunicações, Hélio Costa, acredita que a Argentina vai aderir ao sistema brasileiro de TV digital e um convênio entre os dois países deve ser assinado já na próxima sexta-feira, 28/08, quando os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner se encontram em Bariloche.
"Provavelmente nesta data será assinado o convênio entre Brasil e Argentina. É um passo muito importante. Se cinco países da América Latina aderirem ao padrão brasileiro, nossa perspectiva é que a produção de aparelhos de TV, hoje de 11 milhões por ano, vai dobrar, chegando a 20 milhões", afirmou o ministro, que integrará a comitiva do presidente Lula.
Apesar do otimismo do ministro com relação à produção nacional de aparelhos de televisão - ele festejou que a maioria dos equipamentos já utiliza plasma ou LCD - Costa reconheceu que o Chile, por exemplo, importa aparelhos do Japão, enquanto a própria Argentina compra televisores do México. Até agora, apenas o Peru adotou o padrão brasileiro de TV digital. Além da Argentina, há negociações em andamento com Chile, Equador e Venezuela.
:: 08/02/2010:: Telecom
Em nota, entidade que representa as operadoras da tecnologia multiponto multisinal reclama da não homologação de equipamentos e dos planos do órgão regulador para reduzir o espectro disponível às empresas desse segmento. No ano passado, enquanto o setor de TV por assinatura cresceu 18,2%, incorporando 1,1 milhão de novos clientes, o MMDS encolheu 10,4%.
:: 04/02/2010:: Telecom
Estimativas do setor, que sustentaram a proposta do Minicom para o Plano Nacional de Banda Larga, chegam a R$ 75 bilhões em cinco anos. Já os cálculos da Casa Civil vão de R$ 3 bilhões a R$ 14 bilhões, sendo que esse teto inclui a prestação do acesso final aos usuários.
:: 04/02/2010:: Telecom
O presidente da Abrafix, José Pauletti, advertiu que se o Governo planeja se tornar prestador de serviço de telecomunicações, através do Plano Nacional de Banda Larga, não poderá, mais à frente, acusar as empresas de telefonia de terem reduzido investimentos no setor.
E se faltar espectro para os Jogos Olímpicos de 2016? :: Por Eduardo Prado*
Pode ser uma pergunta inofensiva faltando seis anos para os jogos no Rio de Janeiro, mas estamos cuidando do bem público espectro de freqüências como deveríamos?O questionamento é feito pelo analista Eduardo Prado.