País também lidera a oferta de cientistas de dados na América Latina e Caribe, de acordo com relatório de habilidades globais 2024, da Coursera.
Pesquisa mostra que 55% dos executivos brasileiros e 62% de língua espanhola da América Latina ainda não têm clareza sobre os benefícios da tecnologia.
Pesquisa mostra que 37% dos entrevistados disseram já usar a inteligência artificial em suas funções. No mundo, essa média é de 30%. Ainda no país, apenas 18% admitem que que a IA influencia as suas decisões profissionais. Brasil é um dos últimos nesse quesito na América Latina.
Bradesco, Itaú e Santander assumem que migrar para a nuvem deixou há tempos, de ser uma decisão da TI para ser uma estratégia de negócios.
“Cliente seleciona um workload, uma aplicação, coloca na nuvem A. Seleciona outro, deixa dentro de casa ou coloca na nuvem B. É muito estático”, afirma o diretor nacional de vendas da Dell, Dante Machado.
Companhia criou um Centro de Excelência Operacional em Inteligência Artificial com mais de 400 profissionais para desenvolvimento de soluções que construam produtos mais personalizados e inclusivos, contam Andrea Mannarino e Raquel Possamai.
"É imperativo que a Anatel tenha acesso a informações detalhadas sobre o funcionamento desse algoritmo", diz o conselheiro Alexandre Freire no ofício que cobra explicações da Vivo.
A informação foi dada pelo assessor sênior do departamento de regulação do sistema financeiro do Banco Central, Matheus Rauber. Ele reportou ainda que o BC conduz um estudo para entender as dificuldades encontradas pelas empresas para aderir ao Open Finance.
Governança é essencial para o sucesso das aplicações de inteligência artificial, adverte o diretor de produtos e arquitetura de soluções da Oi Soluções, Renato Simões. "São decisões que mexem com a vida da pessoa", diz.
