Clicky

Convergência Digital - Home

Angola Cables: Baixíssima latência já faz a diferença no negócio de data center

Convergência Digital
Ana Paula Lobo e Rafael Mariano - 14/11/2019

A Angola Cables não é uma empresa de cabo submarino ou de datacenter, ela é uma companhia que vende infraestrutura e capacidade e toda evolução da tecnologia- que demanda consumo de dados - é muito bem recebida, com o 5G e a Internet das Coisas, afirma o country manager da Angola Cables, Victor Costa.

O executivo, que participou do XII Seminário TelComp 2019, realizado no dia 12 de novembro, em São Paulo, diz que o momento da empresa é o de consolidar os investimentos feitos - em torno de US$ 300 milhões- e fazer a realização dos lucros.

"Temos o que o mercado está procurando que é a baixíssima latência. Como temos um cabo muito novo e um datacenter de última geração oferecemos 60 milissegundos de latência na rota para Luanda, Angola, o que é muito baixo. E temos outro cabo chegando, que é o Monet, que vai a Flórida e São Paulo. A baixíssima latência é um diferencial relevante nos nossos negócios", conta Costa.

Recentemente a Angola Cables fechou uma parceria com a DE-CIX, marca líder mundial em serviços de interconexão, detentora de uma vasta gama de serviços premium de interconexão a uma variedade de IXs neutros para operadoras e datacenters, interligando mais de 100 países e 1.700 operadoras em todo o mundo. O objetivo é o de expandir capacidades e impulsionar negócios de provedores de Internet via ligações Sul-Sul pelo Atlântico.

À CDTV, do Convergência Digital, o country manager da Angola Cables diz que o melhor para o mercado de datacenters no Brasil será a economia voltar a crescer. Mas observa que se há uma estratégia para incentivar a chegada de outros datacenters é relevante pensar no custo do insumo. "Energia elétrica é a alma de um data center e o custo está absurdo. A melhor política pública seria a de reduzir esse custo, principalmente nos Estados que cobram o ICMS", observa. Assista a entrevista com Victor Costa.


Destaques
Destaques

TIM elege a nuvem e mira não ter mais datacenter em 2023

Ao assumir estar no meio de uma jornada para ser uma operadora 100% baseada em dados, a CIO da TIM Brasil, Auana Mattar, conta como é trabalhar com três provedores: Google, Microsoft e Oracle. Ao participar do SAS Telco Summit 2021, a executiva observou: é importante estudar as aplicações e como elas se comunicam antes de migrá-las para computação em nuvem.

Inteligência Artificial: Com estratégia certa, impacto de quatro pontos no PIB do Brasil até 2030

A inteligência artificial exige que se forme e qualifique profissionais no país, advertem especialistas. Para eles, a IA evoluiu e já passou da etapa de experimentação pra uso industrial. Para Fábio Cozman, da USP, a IA leva o país para a Sociedade 5.0, quando máquinas e seres humanos vão interagir de forma harmoniosa.



Veja mais vídeos
Veja mais vídeos da CDTV

Veja mais artigos
Veja mais artigos

Como ter nuvem sem reescrever sistemas e adequada à LGPD

Por Marco Wenna*

Como auditar e reescrever linhas de código em tempo hábil para essas migrações para a nuvem a um custo factível para que todas as linhas de código estejam em conformidade com a Lei Geral de Proteção a Dado? Esse é um desafio presente.

Serviços SaaS, proteção de dados e a LGPD

Por Eder Miranda*

Ter um plano abrangente de proteção adicional de dados para as plataformas SaaS é vital para os negócios, uma vez que as empresas não podem abrir sem ter o controle sobre o que está sendo protegido e sobre a maneira como isso está sendo feito pelos fornecedores de software como serviço.


Copyright © 2005-2020 Convergência Digital ... Todos os direitos reservados ... É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site