Clicky

INOVAÇÃO

Governo discute regras para uso de drones na agricultura

Luís Osvaldo Grossmann ... 10/07/2020 ... Convergência Digital

O Ministério da Agricultura abriu uma consulta pública, por 60 dias, para discutir regras para o uso de drones em atividades agropecuárias. Notadamente para aplicação de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes, etc. 

Em forma de instrução normativa, ela trata dos equipamentos das classes 2 e 3 da ANAC, ou seja, drones com 25 a 150 quilos e de 25 gramas a 25 quilos, respectivamente – drones maiores de 150 quilos são tratados na regra específica de aviação agrícola. 

A proposta exige que todos os operadores de drones de pulverização, seja pessoas físicas ou jurídicas, tenham registro no Ministério, qualificados para operar os equipamentos e aplicar o produto com segurança. Empresas precisam contar com engenheiro agrônomo, piloto agrícola remoto certificado pelo MAPA e técnico agrícola com curso de executor em aviação agrícola para as missões em campo.

No caso dos agricultores, será preciso contratar um engenheiro agrônomo e piloto agrícola remoto certificado. Tanto as empresas, quanto os agricultores terão que fazer os relatórios técnicos de cada operação, que deverão ser guardados por, no mínimo, dois anos e ficarão à disposição de eventuais fiscalizações do Ministério.

Entre as normas previstas, não será permitida a aplicação aérea de agrotóxicos e afins, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes em áreas situadas a uma distância mínima de 50 metros de povoações, cidades, vilas, bairros, de mananciais de captação de água para abastecimento de população, cursos d’água, nascentes, moradias isoladas e agrupamentos de animais e pessoas não envolvidas com a operação. Além disso, deve ser respeitada a altura máxima de voo, de até dez metros acima da cultura alvo.


Cloud Computing
Banco Central elege Open Source e nuvem como bases da infraestrutura do PIX

A Red Hat, uma empresa da IBM, foi a vencedora da licitação feita pela Autoridade Monetária para a construção da arquitetura de TI do novo meio de pagamentos brasileiro. As novas funcionalidades do PIX, como transações de comércio eletrônico, também estão sendo desenvolvidas na plataforma Open Source.

Lei de Informática: governo faz ajustes que facilitam incentivos à pesquisa

Decreto recupera contabilização de dispêndios até março do ano seguinte e permite regime distinto, trimestral ou anual, por diferentes unidades do mesmo grupo. 

Câmara aprova marco legal das startups

Entre as inovações, empresas iniciantes poderão ser beneficiadas por regras diferenciadas de agências regulatórias como a Anatel. Texto vai ao Senado.

Ericsson processa Samsung por patentes em briga de até R$ 900 milhões

Impacto faz parte da projeção da fabricante sueca no lucro com royaltes que pode deixar de receber no trimestre.  Essa não é a primeira batalha entre as empresas. Em 2012, a Samsung pagou US$ 650 milhões à Ericsson.

Huawei: setor elétrico tem de priorizar cibersegurança para evitar apagões

Flávio Hott, gerente de produto para Energia da fabricante, disse ainda que smart grids em 4G, e depois no 5G, são investimentos efetivos para melhorar o desempenho operacional das redes.

Copel vai investir R$ 3,5 bi em redes inteligentes

Presidente da estatal, Daniel Slaviero, prevê também a chegada da compra direta de energia pelo consumidor até por celular, como ocorre na Europa. A partir de 02 de janeiro, começa a instalação dos medidores inteligentes em 450 mil unidades.



  • Copyright © 2005-2021 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G