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Nuvem foi decisiva para as repostas rápidas na adaptação à Covid-19

Convergência Digital
Da redação - 12/05/2020

O impacto social e econômico da pandemia do novo coronavírus trouxe de início um choque para os mais diversos tipos de negócio, públicos ou privados. Mas a reação que permitiu a alguns manterem, ou até ampliarem, as atividades parece demonstrar na prática que a tecnologia, especialmente relacionada a ferramentas de computação em nuvem, fez diferença na preparação para o ‘novo normal’. 

“Se executivos do Brasil já apontavam a necessidade de ter uma TI flexível, somou-se a necessidade de preparação para uma nova realidade. Depois da fase do choque, entramos em fase de organização para que a continuidade dos negócios prevaleça”, apontou o gerente de pesquisa e consultoria para o mercado corporativo na IDC Brasil, Luciano Ramos, durante o primeiro dia do AWS Initiate Digital Week, realizado nesta terça, 12/5. 

Segundo números da consultoria, os executivos e tomadores de decisão nas empresas apontam para necessidades que se alinham diretamente com o uso da computação em nuvem como resposta as prioridades, que são apontadads pelo IDC como “adaptabilidade”, entendida como capacidade de mudar e se adaptar em tempo hábil, destacada por 26%; segurança e conformidade, por 25%; além da capacidade de endereçar os custos crescentes, 13%. 

“O que permite a resiliência, os negócios continuar funcionando, é justamente a tecnologia. E em alguma medida, todas as prioridades tocam no cloud computing, visto como habilitador ou acelerador dessas medidas de inovação”, reforçou Luciano Ramos.  

Esse caráter ágil e flexível foi demonstrado na prática, como no caso da Stoodi, que desde 2013 atua no segmento de ensino à distância, com foco na preparação para o Enem e vestibulares. Com a crise da Covid-19, a demanda por aulas online saltou cinco vezes, relatou o CEO da empresa, Bernardo Martins. 

“A capacidade de adaptação aos movimentos de mercado foi sempre uma das principais virtudes das startups de sucesso. Mas hoje que estamos vivendo mudanças estruturais, essa adaptação veloz ganha ainda mais peso. Não sabíamos quão significativo seria o aumento, mas queríamos ajudar. O que vimos foi um aumento médio de cinco vezes. Mas não tivemos nenhum problema com a qualidade do serviço que é entregue graças à estrutura escalável”, revelou. 

Com a pandemia, a Stoodi passou a disponibilizar conteúdos gratuitos em um projeto batizado ‘Portas Abertas’. “A entrega do conteúdo, as vídeo aulas, a principal entrega de download, antes do Portas Abertas, tinha transferência de 2,5 TB por dia, e agora chegamos a ter pico de 15 TB por dia. Em requisições, tínhamos 8 milhões por dia, mas passamos a ter 23 milhões.”

Como destacou o diretor da AWS para setor público no Brasil, Paulo Cunha, a crise obrigou a adaptação. “Podemos distinguir as empresas que se preparam e aquelas que precisam acelerar seu comportamento digital. E como tudo precisa ser cercado do ambiente de segurança, a nuvem provou ser uma excelente alternativa. As empresas de maneira geral estão desenvolvendo planos de transformação digital de forma mais acelerada. E com isso ganham possibilidade de agir mais rapidamente em cenários desconhecidos. Ser ágil, resiliente e seguro é o novo normal.”


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