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Analytics e nuvem se mantêm como forças no ecossistema de TI

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Convergência Digital* - 19/03/2020

A rapidez com que as tecnologias evoluem e interferem nos negócios faz com que empresas passem a repensar seus papeis e avaliar o foco de aplicação das tecnologias de forma direcionada e estratégica. Pesquisa realizada pela Deloitte, atualiza as nove forças de TI que estão moldando o futuro das empresas, à medida que as empresas se preparam para enfrentar as forças emergentes que aparecem mais distantes no horizonte: experiência de ambiente, inteligência exponencial e quântica.

A 11ª edição da pesquisa anual Tech Trends 2020 da Deloitte apresenta a atualização das nove forças do ecossistema de tecnologia, em relação ao relatório do ano anterior, que forma a base tecnológica das empresas e a maneira como são utilizados. Os pontos centrais são: experiência digital, analytics, nuvem, modernização central, riscos, negócios de tecnologia, realidade digital, cognitiva e blockchain.

“A Tech Trends 2020 indica que o próximo estágio da evolução digital terá interfaces emocionalmente inteligentes e capacidades cognitivas hiperintuitivas que transformarão os negócios de formas imprevisíveis. Por essa questão, a edição deste ano busca avaliar tais fatores que causarão essa disrupção nos negócios”, declara Fabio Pereira, sócio da área de Tecnologia, Estratégia e Arquitetura da Deloitte Brasil.

O Tech Trends 2020 analisa as tendências tecnológicas emergentes que afetarão as organizações nos próximos 18 a 24 meses. Ele foi realizado com base nas informações das principais organizações do mundo, de expoentes acadêmicos do setor e de startups, de capitalistas de risco e provedores de tecnologia, além dos especialistas no assunto da Deloitte.

Futuro

Saiba quais são as tecnologias que vão surgir e moldar os negócios:

Tecnologia ética e confiança: A confiança e a ética são temas constantemente abordados nas organizações. Como objetivos críticos de negócios a serem buscados, esses pontos se tornam um compromisso fundamental para garantir que as diversas dimensões da tecnologia, dos processos e das pessoas de uma empresa estejam trabalhando em conjunto para manter o alto nível de confiança esperado por colaboradores, clientes e stakeholders.

Finanças e o futuro de TI: A tecnologia se tornou parte essencial da estratégia de negócios das organizações e a demanda por melhores resultados aumentou. Cada vez mais, o esperado é que os líderes de TI e finanças trabalhem juntos a fim de desenvolver abordagens flexíveis para inovar e operar em grande velocidade.

Gêmeos digitais: Conectando o físico e o digital - Recursos ainda mais sofisticados de simulação e modelagem, visualização de energia, melhor interoperabilidade e sensores de IoT, além de plataformas e ferramentas mais amplamente disponíveis, estão possibilitando a criação de simulações mais detalhadas e dinâmicas. É comprovado que a união do trabalho físico ao digital pode aumentar a eficiência, transformar e otimizar processos.

Plataformas de experiência humana: Soluções com base em Inteligência Artificial (IA) estão redefinindo a maneira como vivemos a tecnologia. As empresas já estão procurando investir em tecnologias para entender melhor os seres humanos e oferecer respostas de formas mais apropriadas e próximas a relações inter-humanas, com fatores emocionais.

O despertar da arquitetura: Para que permaneçam competitivas em mercados que estão sofrendo disrupções pela inovação tecnológica, as organizações precisarão evoluir suas abordagens à arquitetura. Nos próximos meses, o esperado é ver mais organizações tirando arquitetos de tecnologia do usual e levando-os para as ações de ponta, se envolvendo assim, nas operações do sistema em si. O objetivo dessa mudança é simples: levar os arquitetos mais experientes para lugares em que eles são mais necessários.


Recrutadores e a dura tarefa de contratar cientistas de dados

O maior gargalo é encontrar profissionais adequados às demandas das empresas e o Brasil, hoje, é um exportador de talentos para outros países.

Destaques
Destaques

Metade das empresas no Brasil não confia na própria análise dos dados

Levantamento da Serasa Experian mostra ainda que 42% das companhias brasileiras admitem perder dinheiro com a má qualidade das informações. Má governança é vista como um desafio a ser superado. O mais grave: mais de 70% destão sem estratégia para superar essa etapa.

Dataprev vai comprar Inteligência Artificial e exige uso da nuvem pública

Estatal de TI não revela o montante a ser pago, mas diz que contrato será de 24 meses e inclui capacitação técnica dos funcionários, no modelo de serviços por demanda. Propostas devem ser enviadas até o dia 20 de julho.



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