NEGÓCIOS

BBTS quer ser cada vez mais uma empresa voltada à TI

Convergência Digital* ... 21/08/2019 ... Convergência Digital

João Vagnes assumiu oficialmente o comando da BBTS, ex-Cobra, no lugar de Adriano Meira Ricci, que se aposentou. Vagnes atuou no Banco do Brasil como Gerente Executivo, na BB Previdência como Diretor Financeiro e de Investimentos, no Instituto Economus de Seguridade Social como Diretor Financeiro e, desde 2016, atuava como Diretor Executivo de Administração de Fundos e Gestão na BB DTVM. Sua participação em órgãos colegiados também foi expressiva, tendo sido membro dos Conselhos Fiscal e Deliberativo da Cassi, Conselho Consultivo da Previ e Conselho Deliberativo do Instituto Economus.

O novo presidente reforçou a estratégia da gestão anterior de levar a BBTS ao mercado para a aquisição de novos clientes. "A empresa está passando por um momento marcante em sua história e continuar firme na trajetória da transformação dos modelos de negócios, buscando aumento sustentável do resultado operacional é um objetivo desafiador. Seguiremos com a geração de novos negócios, oferta de produtos e serviços de maior valor agregado e diversificação de clientes", pontua Vagnes.

Uma das intenções de João Vagnes em sua gestão é transformar a BBTS em uma empresa ainda mais voltada à TI, oferecendo produtos mais inteligentes e sustentáveis. Para o presidente da BBTS, este é um importante passo para que a empresa se destaque nos segmentos de inovação na área de tecnologia e pesquisa, acompanhando o tsunami digital pelo qual as empresas passam neste momento.

"Acho que evolução é uma palavra que define bem o que estamos buscando com este movimento aqui na BBTS. O que queremos é investir em projetos e mentes criativas para juntos, dentro do conceito de ecossistema, buscarmos novas aplicações para soluções já desenvolvidas e outras que, pela necessidade dos clientes, possamos desenvolver", afirma Vagnes.

A BBTS surgiu na década de 70 como uma das pioneiras na fabricação de computadores no Brasil, época em que a empresa ainda se chamava Cobra – Computadores e Sistemas Brasileiros e seu objetivo era desenvolver tecnologia genuinamente nacional.

Nos anos 90 a empresa passou a fazer parte do conglomerado do Banco do Brasil, que adquiriu a maior parte de suas ações, e em 2013 se reposicionou no mercado alterando a nomeação para BB Tecnologia e Serviços - BBTS.

Atualmente a BBTS desenvolve soluções com inteligência artificial inovadora, estabelece parcerias estratégicas cada vez mais fortes e, com a otimização do seu portfólio, oferece serviços também para o mercado. Tudo isso alicerçado por datacenters de alta tecnologia, fábrica de software com equipe altamente qualificada e suporte técnico especializado por todo o país.









Cloud Computing
Prefeitura de Jundiaí usa IA e nuvem pública da IBM no combate à Covid-19

A assistente virtual, MILLA, é baseada no IBM Watson Assistant, para oferecer à população da cidade do interior paulista um canal de fácil acesso para tirar dúvidas de como agir de forma rápida e apropriada.

Cenário ainda é nebuloso, mas aumenta a confiança na indústria eletroeletrônica

Após quatro quedas consecutivas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) do Setor Eletroeletrônico, aumentou 9,3 pontos no mês de junho em relação a maio, mas ainda fica abaixo dos 50 pontos, indicando o receito das empresas com relação ao impacto da Covid-19.

Câmbio pressiona componentes e repasse vai chegar ao consumidor

Em sondagem realizada pela Abinee,  69% das empresas reportaram "pressões acima do normal".  O custo do frete também impacta os preços em tempo de redução de produção por conta da Covid-19.

Banco Bari e Paraná Banco unem transformação digital ao Open Banking

O Pari, nascido 100% digital, e o Paraná Banco, com 40 anos de atividades, identificam no Open Banking a oportunidade de avançar e consolidar linhas de serviços.

Bancos mostram apetite e orçamento de TI chegou a R$ 24,6 bilhões em 2019

Crescimento é de 48% em relação a 2018. O montante é dividido em investimentos, R$ 8,6 bilhões, que são aportes em novas tecnologias e as despesas, manutenção dos sistemas existentes, ficou em R$ 16 bilhões. Software, mesmo ainda sendo considerada uma despesa, respondeu por 54% do total.



  • Copyright © 2005-2020 Convergência Digital
  • Todos os direitos reservados
  • É proibida a reprodução total ou
    parcial do conteúdo deste site
    sem a autorização dos editores
  • Publique!
  • Convergência Digital
  • Cobertura em vídeo do Convergência Digital
  • Carreira
  • Cloud Computing
  • Internet Móvel 3G 4G