Home - Convergência Digital

CPQD se filia à consórcio de inovação aberta para o 5G

Convergência Digital* - 01/06/2020

O CPQD se filiou à OpenAirInterface Software Alliance (OSA), consórcio internacional que tem a missão de fornecer recursos (software e ferramentas) para o desenvolvimento de pesquisas e produtos para redes 5G. A associação, que reúne empresas, universidades e outras instituições sob a coordenação do Eurecom, da França, tem como objetivo criar um framework de código aberto (open source) para a rede de acesso (RAN) e o núcleo de redes 5G - e também 4G - virtualizadas.

"Comunidades globais de inovação aberta, como a OSA, têm o papel de facilitar e estimular o desenvolvimento da infraestrutura das redes de nova geração", explica Gustavo Correa Lima, líder da Plataforma de Comunicações Sem Fio do CPQD. "Com a filiação a esse consórcio, o CPQD reforça sua participação em iniciativas internacionais relevantes na área de telecomunicações e, ainda, contribui para a criação de tecnologia nacional para o 5G", acrescenta.

Entre as iniciativas internacionais das quais o CPQD participa, Lima destaca o Telecom Infra Project (TIP), comunidade colaborativa global que tem foco na inovação do setor de telecomunicações, por meio do desenvolvimento de novas tecnologias e modelos de negócios voltados à construção das redes do futuro. Ele lembra que o TIP fez parceria com o consórcio OSA, dentro do projeto Open Core Network - do qual participa.

"Esse projeto do TIP também tem o objetivo de desenvolver um núcleo de rede aberto, convergente e nativo na nuvem, rodando em uma infraestrutura automatizada, baseada em hardware e software de prateleira, para suportar tecnologias de acesso 4G, 5G e Wi-Fi, em faixas do espectro licenciadas e não licenciadas", conclui Lima.

Enviar por e-mail   ...   Versão para impressão:
 

LEIA TAMBÉM:

02/07/2020
Claro traz 5G com compartilhamento de frequência para o Brasil

30/06/2020
Vivo e TIM avançam com OpenRAN para 'quebrar' concentração dos fornecedores

30/06/2020
Tempo é um luxo que o Brasil não tem para fazer o 5G

29/06/2020
Vodafone: 5G é o remédio para combater o impacto da Covid-19

25/06/2020
Covid-19 impôs revisão dos projetos 5G na América Latina

23/06/2020
Huawei: Brasil sempre teve um mercado aberto e justo no setor de TIC

19/06/2020
CEO da Algar: Banir fornecedor do 5G seria um tremendo equívoco

18/06/2020
Aumento de espectro para 5G está em consulta pública

17/06/2020
Qualcomm leva 5G para smartphones de baixo custo

17/06/2020
5G é agenda prioritária para novo ministro das Comunicações

Destaques
Destaques

Oi Móvel terá um 'único' dono e Oi não se exclui do jogo do 5G

O CEO da Oi, Rodrigo Abreu, descartou a possibilidade de vender a Oi Móvel 'fatiada' para atender aos interessados: Vivo/TIM e Claro. "Sem chance. O ativo será vendido todo", disse. Sobre o 5G, diz que dependendo do modelo de venda, a Oi entra pensando em B2B, IoT e até para ser MVNO.

Regulamentação de IoT passa por tratar a coleta e a proteção dos dados

De acordo com a KPMG, será preciso ainda cuidar da avaliação de riscos, governança, gestão da configuração e gestão da cadeia de suprimentos.

Veja mais vídeos
Veja mais vídeos da CDTV
Veja mais artigos
Veja mais artigos

Uma escolha de Sofia no leilão de 5G

Por Juarez Quadros do Nascimento*

Em um país democrático, como o Brasil, sem análise estratégica, não daria para arriscar em dispor, comercial e tecnologicamente, de “uma cortina de ferro ou uma grande muralha” para restringir fornecedores no mercado de telecomunicações.


Copyright © 2005-2020 Convergência Digital ... Todos os direitos reservados ... É proibida a reprodução total ou parcial do conteúdo deste site