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Home Office: adotar ou não adotar

Convergência Digital - Carreira
Da redação - 18/08/2014

A adoção do Home Office no Brasil está em processo de construção e, hoje, há verticais mais avançadas na adoção deste conceito de trabalho, revela pesquisa da SAP Consultoria. Aqui, sustenta ainda o estudo, 83% das empresas que não pensam em incorporar o home office e boa parte delas admite que a cultura empresarial corporativa - que determina a ida aos escritórios- ainda é muito forte na gestão.

Segundo o levantamento, o perfil das empresas que adotam a prática de Home Office é de origem internacional com uma concentração de 70% junto aos mercados de TI, indústria Química/Petroquímica, P&D, Autoindústria, Eletroeletrônicos e Bens de Consumo. Já os pilares para elegibilidade adotados pelas empresas estão mais direcionados ao nível hierárquico do que propriamente às áreas específicas, sendo que 45% estendem para todos os níveis.

Focado na prática do Home Office, o estudo da SAP mapeou barreiras de implantação, principais objetivos da política, modalidades de concessão e elegibilidade, funcionamento da jornada de trabalho, custeio de despesas, controle de atividades, restrições de atuação, aspectos de contingências e ganhos de resultado, foram levantadas e apresentadas de forma consistente e analítica.

Enquadrado no modelo de trabalho flexível – mais conhecido na Europa como Smart Working e nos EUA como Workplace Flexibility - o Home Office ou teletrabalho permite “mover o trabalho para os trabalhadores, em vez de mover os trabalhadores para o trabalho”, segundo Jack M. Nilles, no livro “Fazendo do Teletrabalho uma Realidade”.

Como objetivo da política, as empresas apontam, entre os principais indicadores listados, a flexibilidade no ambiente de trabalho e a melhoria na qualidade de vida. Os itens que apresentaram maior destaque em relação aos ganhos para as corporações foram a satisfação dos colaboradores envolvidos, o aumento de produtividade, a retenção dos colaboradores e o diferencial no processo de contratação.

O levantamento da SAP ouviu 200 empresas nacionais e multinacionais de diferentes segmentos e regiões do país, visando identificar tendências e informações que sirvam de referência para as organizações, bem como contribuindo com as estatísticas brasileiras.


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