INTERNET

App que bloqueia propaganda na Internet vence ação judicial

Luís Osvaldo Grossmann** ... 22/04/2015 ... Convergência Digital

O popular aplicativo Adblock – uma das extensões mais baixadas para Chrome e Firefox – acaba de vencer uma ação judicial movida por dois jornais alemães. Apesar dos protestos de Die Zeit e Handelsblatt de que o app é anticoncorrencial e prejudica os negócios, a corte de Hamburgo entendeu que os usuários da rede têm o direito de usar o plug-in.

“A decisão [de 21/4] é importante porque garante um precedente que pode nos ajudar a evitar novas ações judiciais e gastos para defender o que entendemos ser um direito óbvio dos consumidores”, festejou o gerente de projeto do Adblock Plus, Ben Williams, em seu blog (adblockplus.org/blog).

No fim do ano passado, no entanto, a imprensa francesa divulgou que entidades que representam editoras de notícias e anunciantes naquele país (como o braço francês do Internet Advertising Bureau) também estudavam acionar o aplicativo na Justiça.

Segundo um estudo da PageFair, uma empresa irlandesa que promove meios de anunciantes contornarem o bloqueio, mais de 140 milhões de internautas – cerca de 5% dos usuários da rede em todo o mundo – utilizam o app Adblock Edge ou Adblock Plus para que anúncios não apareçam quando navegam na Internet. O número representa um aumento de 70% em 2014.

“Continuamos convencidos que o AdBlock representa uma prática ilegal e anticompetitiva. Vamos aguardar a publicação da decisão para examinar a possibilidade de recurso”, avisaram as duas publicações em nota conjunta após a o julgamento.

De acordo com o jornal Financial Times, o crescimento no uso dessa ferramenta já causa efeitos em alguns segmentos. O FT cita casos como o de um site inglês especializado em videogames em que 40% dos visitantes utilizam o aplicativo para bloquear propagandas.

Por outro lado, algumas empresas como Google, Microsoft e Amazon já negociaram acordos com a Eyeo, a startup alemã responsável pelo AdBlock. Os valores não foram divulgados, mas elas conseguiram incluir seus anúncios na lista de ‘exceções’ ao app. A Eyeo diz que essa lista inclui “anúncios aceitáveis”, que não seriam intrusivos.

* Com informações da BBC e The Independent


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