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Trabalhadores rejeitam reajuste salarial de 3,5% oferecido pelos patrões em São Paulo

Da redação - 11/01/2017

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd) não aceitou a proposta de reajuste salarial de 3,5% apresentada pelo Sindicato das Empresas em Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo (Seprosp), durante a primeira rodada de negociações da Campanha Salarial 2017 dos trabalhadores de TI de São Paulo.

Em nota à imprensa, o Sindpd afirmou que a contraproposta salarial apresentada pelo setor patronal, que também inclui um abono de 10% a ser pago apenas em outubro, ficou abaixo do demandado pelo sindicato dos trabalhadores de TI. O Sindpd pleiteia o acumulado do INPC de 2016 acrescido de 3% de aumento real.

Para o presidente do Sindpd, Antonio Neto, ao apresentar um reajuste salarial que cobre apenas a metade da inflação de 2016, o setor patronal, na prática, propõe uma redução de salário dos trabalhadores, o que, para ele, é inadmissível.

O Sindpd também divulgou que outras demandas feitas pela categoria, incluindo a redução da jornada de trabalho de 40 horas para 30 horas semanais, o pagamento de vale-alimentação, o custeio integral do plano médico e a ampliação no valor das horas extras, foram rejeitadas pelo Seprosp.

De acordo com o Sindpd, o sindicato patronal propôs redução no valor da multa que é paga pelas empresas em caso de atrasos salariais, mudanças nas negociações que envolvem o pagamento da PLR (Participação nos Lucros e/ou Resultados), descontos no pagamento do vale-refeição e alterações no custeio da assistência médica.

A primeira rodada ocorreu na tarde desta terça-feira (10), na sede do Seprosp (Sindicato das Empresas em Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo), na capital paulista. Sem acordo, foi marcado um novo encontro para o dia 19 de janeiro, às 15h, dessa vez na sede do Sindpd, também em São Paulo.

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