INCLUSÃO DIGITAL

Viasat define projeto para vender Internet nas áreas mais remotas do Brasil

Luís Osvaldo Grossmann e Rafael Mariano ... 23/10/2018 ... Convergência Digital

Com a bagagem de quatro anos vendendo internet via satélite em áreas rurais do México, a Viasat afirma ter estudado de perto o mercado brasileiro para oferecer acesso de qualidade por valores que caberão no bolso mesmo de regiões menos prósperas do país. Segundo a vice-presidente da empresa, Lisa Scalpone, a banda Ka do satélite da Telebras permitirá conexões de 25 Mbps, com foco inicial nos programas de inclusão digital, mas também ofertas comerciais.

“A tecnologia de satélites deu grandes saltos nos últimos anos, e especialmente com o SGDC, o satélite lançado pela Telebras, que tem grande velocidade, de 25 Mbps, é bom para banda larga em escolas e muitos outros usos. É muito diferente de versões anteriores de satélites. Mas este é um primeiro passo para conectar todo o Brasil. E não é simplesmente para quem não tem nada, porque é um serviço excelente”, afirma a executiva.

A empresa promete ofertas a partir de R$ 2 por hora no que chama de WiFi Comunitário, algo como uma lan house via satélite. “Temos controle sobre o preço final e queremos garantir que será justo, que as pessoas serão capazes de pagar e que vão aproveitar internet de qualidade. O que é diferente na Viasat é ser a única empresa no mundo que realmente faz tudo, desde construir satélites até entregar o serviço ao usuário final. E por entendermos a experiência do usuário, sabemos como deixar as pessoas satisfeitas.”

Segundo ela, a experiência no México ajuda, mas a Viasat veio estudar o Brasil de perto. “Não há uma solução perfeita para todos. Nós avaliamos o que cada país precisa, em cada área, em cada cidade. Então nós analisamos as áreas separadamente. Em algumas teremos escolas e hospitais que precisam banda larga, e sabemos que cerca de metade das escolas rurais do Brasil não possuem conectividade. Naquelas escolas que têm, a velocidade é inferior a 2 Mbps. Mas também avaliamos se a cidade pode se beneficiar do WiFi Comunitário. Se a praça da cidade precisa ser conectada, a rua principal. Se as pessoas em suas casas ou em seus pequenos negócios precisam. E suportamos cada comunidade de sua própria maneira.


Carreira
Google e Coursera oferecem certificado profissional de Suporte em TI

Dois mil jovens carentes terão acesso à certificação de forma gratuita. Para os não carentes, o processo terá custo de US$ 19, ou R$ 76 reais e terá duração de seis meses.

Audima cria ferramenta para levar conteúdo aos analfabetos digitais

A partir da própria dor, uma vez que tem dislexia, Paula Pedrosa criou a Audima, uma startup que transforma palavras em áudios. "O império da visão exclui muita gente. Nosso desafio, hoje, é mostrar que inclusão monetiza", observa a executiva.

Anatel quer saber se há interesse em investir em satélites no Brasil

Consulta pública sobre o tema recebe contribuições até 7 de setembro. Ideia é saber se há empresas que queiram prover serviço ininterrupto de capacidade satelital por cinco anos a partir de 1 de janeiro de 2021.

Sem rede e velocidade de conexão, escola rural padece para acessar à Internet

Apenas 34% das escolas possuem ao menos um computador com acesso à internet e a velocidade de conexão é baixa para permitir uso pedagógico, na faixa de 2 Mbps, revela a pesquisa TIC Educação 2018, do CGI.br.

Anatel quer BNDES como agente financeiro para usar FUST na expansão da banda larga

Agência reguladora aprovou o Plano Estrutural de Redes de Telecomunicações, o PERT. De acordo com a Anatel, 3.542 dos 5.570 municípios do país não possuem acesso à rede de fibra óptica. Agência também diz que dos R$ 20 bilhões do FUST, apenas R$ 200 mil foram aplicados no setor.

Acesso à Internet reproduz desigualdade social e econômica no Brasil

Estudo do IPEA mostra que a falta de acesso à internet repete as mesmas adversidades e exclusões já verificadas na sociedade brasileira no que tange a analfabetos, menos escolarizados, negros, população indígena e desempregados.  Homens e mulheres têm comportamento semelhantes na Web.

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