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Governo publica catálogo com cortes de 35% em serviços da Microsoft

Luís Osvaldo Grossmann ... 30/09/2019 ... Convergência Digital

Conforme o Convergência Digital divulgou em primeira mão no dia 20 de setembro, a Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia publicou o primeiro catálogo com preços máximos a serem praticados em licitações, tendo como alvo a Microsoft, maior fornecedora de serviços de TI à administração federal. Segundo a SGD, os valores, que serão padronizados entre os órgãos públicos, representam reduções de até 35% nos preços.  

“Todos os 217 órgãos do governo federal só poderão adquirir produtos da Microsoft seguindo esse mesmo catálogo, que será atualizado a cada seis meses”, orienta a secretaria. Independentemente do volume da compra, o preço no catálogo é o teto a ser pago nos pregões. 

“A negociação será dura com cada fornecedor. Buscaremos padronizar, economizar e simplificar. O governo federal investe R$ 8 bilhões anualmente em TI e deve ser atendido em condições especiais em função de sua escala”, afirma  o secretário de Governo Digital, Luis Felipe Monteiro. 

No caso da Micrososft, não houve acordo para novos valores e o governo decidiu publicar unilateralmente o catálogo de preços máximos. O corte médio de 35% é estimado com base nos preços praticados pela MS em licitações públicas entre 2017 e 2018. 

A SGD pretende publicar, até dezembro, catálogos semelhantes para Oracle, IBM, VMWARE e Red Hat, incluídas no processo porque, ao lado da Microsoft, são os maiores fornecedores de serviços de TI ao governo federal. “Cada uma terá um catálogo. E igualmente nenhum órgão federal poderá comprar produto que esteja nos catálogos com preço maior do que ali fixado”, informa a SGD. 

“Todas as compras dos órgãos federais são, na prática, compras do governo brasileiro. Não estamos obrigando os órgãos a adquirir os produtos do catálogo, mas determinando aos fornecedores as condições comerciais aceitas pelo governo federal a partir de então”, diz o secretário de governo digital.

Procurada pela reportagem do portal Convergência Digital, a Microsoft, por meio de nota oficial, diz que não vai 'tecer comentários sobre a medida. A Microsoft reforça o seu compromisso em apoiar o governo brasileiro em sua jornada de transformação digital".

* Com informações da SGD


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