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99 investe em inteligência artificial no Brasil

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Convergência Digital* - 30/01/2020


A 99, aplicativo de transporte que integra a companhia global de mobilidade Didi Chuxing, reduziu a quantidade de ocorrências graves na plataforma em 60%, por milhão de corridas, no ano de 2019. O resultado aconteceu depois de um investimento robusto em segurança, como o uso de inteligência artificial para monitorar o perfil de todas as chamadas, detectar corridas perigosas e prever incidentes antes mesmo que eles aconteçam.

Para entender como a inteligência artificial da 99 opera, é possível imaginar que o mesmo trabalho poderia ser feito por milhões de especialistas de segurança analisando cada chamada individualmente. Em vez disso, a empresa possui algoritmos que em poucos segundos investiga toda a plataforma num piscar de olhos.

No momento da chamada de uma corrida, o sistema vasculha padrões de comportamento que estão associados a incidentes (como horário, modo de pagamento e histórico do usuário). Por exemplo, se um passageiro acaba de baixar o aplicativo da 99, solicita uma corrida em dinheiro e em horas avançadas, a tecnologia entende que pode ser uma chamada de risco. Essa soma de fatores resulta em um bloqueio automático ou a validação adicional de identidade, pedindo dados como nascimento, CPF e cartão de crédito.

"Hoje, mais de 99,99% das nossas chamadas terminam em segurança", diz Thiago Hipólito, Diretor de Segurança da 99. "Mas não estamos tranquilos com esse número e vamos nos manter dedicados em sempre promover mais proteção antes, durante e depois das corridas."

Antes das corridas, o app investe continuamente em inteligência artificial para evitar que ocorrências aconteçam. Durante as corridas, em recursos como câmeras de segurança, alerta de áreas de risco e o compartilhamento de rotas. E depois da corrida, numa central de emergência 24h, 7 dias por semana, que responde prontamente em caso de necessidade.

Responsáveis por essa tarefa estão os mais de 150 profissionais que compõem o setor de segurança da empresa no Brasil. Entre eles estão ex-militares, engenheiros de dados e psicólogos, que atuam exclusivamente para a proteção dos usuários.


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