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Profissional de IA tem de gostar de fazer a tecnologia acontecer

Ana Paula Lobo e Luís Osvaldo Grossmann - 28/05/2020

A Universidade Federal de Goiás criou o primeiro curso de graduação do país em Inteligência Artificial. Projeto do professor Anderson Soares, a proposta é ampliar a oferta de conhecimento em uma área carente de profissionais, mas com oportunidades. 

“O momento é oportuno. Quando o aluno defende uma tese de doutorado e tem três empresas querendo que ele vá trabalhar para elas, quando dá uma inserção profissional prematura, e ao mesmo tempo que faz pesquisa e entrega produto é muito relevante”, afirma Soares, em entrevista ao Convergência Digital Em Pauta. 

“É um curso para amplificar o que já da certo. A formação de inteligência artificial acontece a nível de mestrado e doutorado. as na medida que a gente não consegue dar vazão a esse topo da pirâmide, tem que buscar novas formas de ampliar esse tipo de formação", adverte.

A experiência em inteligência artificial da UFG ao combinar pesquisa com resultados que atendem o mercado fomenta o empreendedorismo. “Queremos que os alunos construam carreira de sucesso. É um perfil de aluno que gosta de ver tecnologia acontecer. Que resolveu tal problema, que ajudou as pessoas. Alguém que gosta de computador. E que quer ajudar a construir um mundo novo. Se num primeiro momento é um profissional caro, o produto que deriva é altamente escalável, então o uso é barato em larga escala.”

Segundo ele, a seleção da primeira turma da graduação foi um dos cursos mais concorridos para o primeiro semestre deste 2020. “Ficou atrás só de medicina e talvez o curso com maior nota de corte”, diz Soares. “Tem a parte da matemática, mas não precisa ter medo da matemática. Não é um curso fácil. É difícil. É complexo. Mas tem o sonho de contribuir efetivamente para a competitividade do país". Assista esse trecho da entrevista. O link completo da entrevista está aqui:https://youtu.be/WRZDYTVFR_s

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