TELECOM

Claro,TIM e Vivo exigem ter prioridade na compra da Oi Móvel

Ana Paula Lobo* ... 28/07/2020 ... Convergência Digital

Claro, TIM e Vivo estão fazendo um jogo de xadrez com a Highline do Brasil e com a própria Oi. O consórcio das teles revelou o valor da contraproposta -para determinar à Highline ampliar o seu valor; está usando a 'empatia' ao falar da manutenção do mercado de telecomunicações e briga pelo direito de ser a preferida para fazer o último lance. Movimentação marca os 22 anos de privatização do setor de Telecomunicações no Brasil.

Na prática, a oferta de R$ 16,5 bilhões está sujeita, como afirmam os comunicados da Telefônica e da TIM, a seleção das ofertantes como "stalking horse" ("primeiro proponente"), com o direito de oferecer valor maior do que eventual proposta apresentada por terceiro ("right to top") no processo competitivo de venda do negócio móvel do Grupo Oi. No processo de venda dos ativos, a Oi estipulou que pode escolher a proposta mais adequada - e não a mais cara - desde que a diferença de valor não ultrapasse os 5%. Isso significa que a Oi pode escolher uma proposta menor da Highline a dar preferência ao consórcio das teles.

Vale lembrar que a Highline fez uma oferta de R$ 1,07 bilhão para ficar com os ativos de fibra da InfraCo. - ou seja para comprar 657 torres e 225 sites indoor da Oi -também a partir dos planos do fundo norte-americano Digital Colony de se tornar uma rede neutra nacional. O CEO da Oi, Rodrigo Abreu, deixou claro que Claro, TIM e Vivo estão fora da disputa da InfraCo. por determinação do plano estratégico da companhia.

Do ponto de vista regulatório, a Anatel diz que não há impedimento para o 'fatiamento' da Oi pelas três teles rivais. Do ponto de vista de competição, o CADE pode, sim, definir o projeto, mas o órgão regulador tem andado na mesma linha da agência reguladora do setor de telecomunicações.


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"TikTok é vítima inocente da loucura da política e da geopolítica"

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Revista do 63º Painel Telebrasil 2019
Veja a revista do 63º Painel Telebrasil 2019 Transformação digital para o novo Brasil. Atualizar o marco regulatório das telecomunicações é urgente para construir um País moderno, próspero e competitivo.
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