Claro: Três é bom, quatro é demais na telefonia móvel do Brasil

Luís Osvaldo Grossmann ... 15/09/2020 ... Convergência Digital

Três é bom, quatro é demais. Para o presidente da Claro, José Félix, a proposta conjunta, de R$ 16,5 bilhõès, ao lado da Vivo e da TIM pela operação móvel da Oi é a melhor saída para o imbróglio financeiro da supertele. Segundo ele, as dificuldades que levaram à venda da Nextel e a recuperação judicial da Oi seriam sinais de que o mercado celular no Brasil não comporta mais que um trio de competidores. 

“Acho que o mercado brasileiro tinha um problema, ou tem ainda até que essa operação seja concluída. As empresas atuais têm capacidade financeira para bancar uma proposta de aquisição dessa dimensão, e a gente acredita que isso vai ajudar a Oi a sair da RJ [Recuperação Judicial]. É uma solução de mercado, sem nenhum centavo do contribuinte, que afasta qualquer risco de descontinuidade dos serviços prestados hoje, tanto móvel quanto fixo”, afirmou o executivo ao abrir o segundo dia de debates do Painel Telebrasil nesta terça, 15/9. 

“Se a gente olhar os EUA, lá acontece o mesmo. Três operadoras competem pelos clientes de forma muito agressiva. Três é um bom número para telefonia móvel. Quatro é um numero complexo. Não é a troco de nada que a Nextel teve que ser vendida em situação falimentar. Não é a troco de nada que a Oi está numa RJ. A gente tem que botar os pés no chão e ver as coisas como elas são. Se conseguiu uma solução muito bacana. A gente tem que comemorar e torcer para que tudo corra bem até o final do processo”, emendou Félix. 

“Há muito pouco tempo atrás, a Anatel e o Ministério estavam preocupados com a possível descontinuidade dos serviços prestados pela operadora. Essa solução não tem interferência estatal, preserva a regulação ampliando a competição, e evita concentração de clientes e frequências em uma única operadora. O Brasil terá enormes benefícios pois será atendido por empresas que já conhecem o mercado, não entrando nenhum aventureiro.”


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