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Edge computing: falha da Fastly comprova como CDNs e nuvem são críticas à Internet

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Convergência Digital - 09/06/2021

Ainda não é possível descartar 100% que a falha de quase uma hora na Fastly, provedora de serviços de Edge Cloud, ou serviços de computação em borda para as grandes empresas, que deixou diversas mídias como The Guardian, CNN e outras sem serviço, aconteceu por um ataque cibernético.

Criada em 2011, a Fastly, com sede em São Francisco, é uma edge cloud, ou seja, ela funciona para permitir que o tráfego dos grandes sites fique mais próximo dos usuários, com a oferta de edge computing. Essa medida aumenta a qualidade e reduz a latência no acesso às informações. Extraoficialmente a falha aconteceu por um bug oculto na rede da provedora.

Um dia depois da interrupção dos serviços, a Fastly fez um mea culpa. "Mesmo que houvesse condições específicas para acionar a interrupção, deveríamos ter previsto. Oferecemos serviços de missão crítica e tratamos qualquer ação que possa causar problemas de serviço com a maior sensibilidade e prioridade", diz nota oficial.

A preocupação, agora, é com a demonstração de vulnerabilidade. "Os CDNs são parte da infraestrutura crítica da Internet e se os agentes de ameaças ainda não perceberam isso como um vetor de ataque direto para derrubar a Internet, eles o farão a partir de agora por conta desse evento infeliz", sinalizou Jake Moore, especialista em segurança cibernética da empresa de segurança ESET.

Fato é que a falha da Fastly comprova a dependência da Internet para o serviço de edge computing em nuvem, uma vez que tantos serviços ficaram indisponíveis. No caso da Fastly, a empresa diz que o edge cloud permitiu ao The New York Times lidar simultaneamente com 2 milhões de leitores na noite das eleições. A computação de borda também executa funções vitais de segurança cibernética, protegendo sites de ataques DDoS e bots, além de fornecer um firewall de aplicativo da web.


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